31.12.10

Novidade web

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Bem vindos anjos de 2011...

29.12.10

Efésios 1:9-11

Descobrindo-nos o mistério da sua vontade, segundo o seu beneplácito, que propusera em si mesmo,
De tornar a congregar em Cristo todas as coisas, na dispensação da plenitude dos tempos, tanto as que estão nos céus como as que estão na terra;
Nele, digo, em quem também fomos feitos herança, havendo sido predestinados, conforme o propósito daquele que faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade;

22.12.10

As Palavras Imagéticas de Herman Hesse

Não foi má-vontade - peguei o livro com interesse. Juro que tentei conter minha estulticia. Mas logo nas primeiras páginas constatei que os pensamentos desequilibrados de Herman Hesse jogam a trama num clichê Dadaístico sem precedentes. Sidarta é tão atraente quanto a unha do dedão da minha vizinha. A obra se vale da inteireza do leitor, que só consegue chegar ileso ao final da história se acreditar que a Terra é quadrada.

Mas vamos nos instigar numa análise detalhada: os personagens, por exemplo parecem ter saído de um Huxley distorcido e chegando a um ser misterioso e obliquo. A história é, do começo ao fim, palavras bem escolhidas e repletas de simbolismos enigmáticos e imagéticos - o desfecho, até para os corações mais bondosos, não passa de asneira. Mesmo quando remete a Buda, o livro o faz de forma medíocre. Herman Hesse faz parecer que Carla Perez escreve. E, ao mesmo tempo, faz Kafka rolar no túmulo.

Não há formas de ser condescendente: a iluminação que a personagem principal exibe deixa um perfume místico em todas as páginas pululando muros de obtusidade que macúla de forma grotesca qualquer forma de literatura. Conselho: se você encontrar Sidarta nas prateleiras, não hesite, fuja.

Conheça a tradicional lenda de Siddhartha Gautama, o Buda.

Leia o resumão na Wikipedia

Escreva sua crítica também:
Gerador de Críticas Literárias Polêmicas - Mundo Perfeito

Sobre o fim de todas as coisas...

Um dogma sobre sistema racional de referência à eternidade futura, de autoria de E. Kant (1724 — 1804). Reencontrei recentemente este trecho:

"... dualistas (...) um sistema segundo o qual todos seriam destinados à condenação, não poderia ter lugar porque, (...) não haveria nenhuma razão justificada para terem sido criados; a aniquilação de todos indicaria uma sabedoria falha que, insatisfeita com a sua própria obra, não conhece nenhum outro meio para remediar as suas deficiências a não ser destruí-la..."

Putz! Pesado! Entendeu?
Viu alguma crítica religiosa ou política?...
Leia de novo, ou...
Saiba mais:
https://docs.google.com/

20.12.10

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