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30.4.18

O Progresso da Web Nativa com #PWA e #Chatbots - Parte II



Esta é a segunda parte do texto sobre o 46º Meetup da Comunidade @onerdzao (https://web.facebook.com/nerdzao/) em parceria com o @THTbr (https://www.facebook.com/ThingsHackerTeam/).

Eduardo Moraes Ritter da Tirrell (https://www.tirrell.com.br) apresentou "A Era da Mobilidade com Chatbots" onde abordou fundamentalmente como criar chatbots, os pontos fortes da solução, cases e dados diversos.

O que é um chatbot? Segundo Matt Schlicht (CEO of Octane AI https://octaneai.com e fundador da Chatbots Magazine https://chatbotsmagazine.com), o “Chatbot é um serviço baseado em regras ou inteligência artificial em que você interage por uma interface conversacional”. O objetivo dos bots em plataformas web, de modo geral, é entregar conteúdo relevante na hora certa, obtendo assim alto engajamento.

Os pontos fortes são muitos:
- Linguagem natural;
- Baixo Custo;
- Fácil implementação;
- Sem a necessidade de downloads;
- Adaptável ao usuário;
- Aprendizado constante.

Entre eles, a característica mais marcante dos chatbots é a comunicação fácil com os usuários. Isso se dá por causa de sua interface conversacional focada em 'micro-momentos' e treinada por Inteligência Artificial.

A interação conversacional permitida pelo chatbot é cada vez mais humanizada e rapidamente pode ser alterada de acordo com o perfil do usuário. Num ambiente onde curtidas, views, compartilhamentos e seguidores são poderosos e cada vez mais valiosos, entregar o conteúdo preciso na hora certa provoca ares de encantamento.

A palavra-chave aqui é 'hora-certa'.

Há três anos um artigo mudou por completo o modelo mental do mundo do marketing. Em abril de 2015, Sridahr Ramaswamy publicou o artigo "How micromoments are changing rules" (https://www.thinkwithgoogle.com/marketing-resources/micro-moments/how-micromoments-are-changing-rules/) onde ele definia e classificava os 'micro-momentos' em quatro tipos básicos:
- Eu quero saber;
- Eu quero ir;
- Eu quero fazer;
- Eu quero comprar.

Segundo ele, o dia de uma pessoa comum está repleto de momentos decisivos que são definidos com a ajuda de interfaces tecnológicas, especialmente pelas telas dos smarthphones. É nesse contexto que os chatbots se tornam cruciais. Os dados disponibilizados pelo Google sobre os 'micro-momentos' dizem muita coisa:
- 82% dos usuários consultam seus smartphones durante uma compra dentro da loja;
- 91% consultam seus smartphones atrás de idéias no meio de uma tarefa;
- 66% procuram nos seus smartphones algo que acabaram de ver na TV.

Com linguagens simples e interfaces amigáveis, rápidas e assertivas, os bots auxiliam as pessoas nas tomadas de decisão diárias e fortalecem o relacionamento entre clientes e marcas; entre pessoas e produtos. No Brasil já existem muitos exemplos de bots de sucesso e que são indispensáveis no dia-a-dia das pessoas. No país, calcula-se que hoje mais de 50 empresas já são especializadas em desenvolvimento de chatbots.

Da reunião de desenvolvedores interessados em interfaces conversacionais, inteligência artificial e machine learning nasceu a Bots Brasil (https://medium.com/botsbrasil). A comunidade organiza eventos e encontros em diversas cidades, cataloga os bots em atividade e faz uma eleição por voto popular e de especialistas para escolher os melhores bots do ano em 5 categorias (serviços, ecommerce, mídia, entretenimento e assistentes pessoais). Conheça os vencedores do Bots Brasil Awards de 2017:

http://idgnow.com.br/ti-corporativa/2018/02/05/bots-brasil-awards-anuncia-os-melhores-chatbots-de-2017/

Os bots são facilmente encontrados nas plataformas Facebook Messenger, Telegram, Twitter e até no SMS. No Twitter já tem até bot para identificar bots. É a função do Pegabot (https://pegabot.com.br). Idealizado pelo Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (https://itsrio.org/pt/home/) e desenvolvido pela turma do AppCívico (https://appcivico.com/pt/estudo-de-caso/), o programa foi criado para ajudar as pessoas a reconhecerem contas e perfis automáticos que muitas vezes são vetores de notícias falsas, conteúdos enganosos e informações incorretas ou caluniosas.

Conheça outros Bot-cases:
Fabi Grossi - SaferNet (Cidadania)
Baianinho (Casas Bahia) https://www.messenger.com/t/CasasBahia
Imposto fácil https://www.messenger.com/t/impostofacil
Kayak (Turismo) https://www.messenger.com/t/kayak
Harlio (eCommerce) http://www.harlio.com
Swelly (Help Decisions) https://www.messenger.com/t/swell.bot

O WhatsApp está deixando muita gente maluca de ansiedade com as notícias sobre se tornar uma ferramenta de pagamentos e de negócios. Sobre o 'WhatsApp Payment' pouco se sabe, mas o 'WhatsApp Business' já está em fase de testes no Brasil e boatos sinalizam que o Itaú, o iFood e a Netflix são o primeiros a sentir o poder dos chatbots como interface de relacionamento na plataforma que está presente em 96% dos smartphones brasileiros cujo acesso diário é de 98% dos usuários.

De acordo os com dados trazidos por Eduardo Ritter, "74% dos usuários do WhatsApp querem se comunicar com empresas pelo aplicativo". Ele falou também sobre as numerosas inteligências artificiais disponíveis no mercado, parte delas sendo desenvolvidas por gigantes da indústria da informática como IBM, Microsoft, Amazon e Google.

O Facebook também deu um grande estímulo ao mercado de bots ao permitir, em abril de 2016, a criação deles para o seu aplicativo de mensagens, o Messenger. As polêmicas recentes envolvendo a Cambridge Analytica e o Facebook fizeram os serviços serem mais regulados e durante vários dias nenhum bot foi aprovado. Hoje já está tudo normalizado.

Os chatbots são cada vez mais pervasivos e tendem a ser a ferramenta central na comunicação entres pessoas, empresas e serviços. É um mercado promissor para desenvolvedores e se sua empresa ainda não tem um bot para chamar de seu, se liga que os seus concorrentes têm.

Fontes:
https://medium.com/botsbrasil/qual-o-melhor-modelo-de-negócio-para-o-seu-chatbot-d294add348ff
https://medium.com/botsbrasil/chatbots-e-o-imediatismo-dos-micro-momentos-1ef1b818bfa7
https://medium.com/botsbrasil/chatbots-e-os-micro-momentos-cddffd76af53
https://www.thinkwithgoogle.com/marketing-resources/micro-moments/how-micromoments-are-changing-rules/
https://www.thinkwithgoogle.com/intl/pt-br/marketing-resources/micro-momentos/how-micromoments-are-changing-rules/

O Progresso da Web Nativa com #PWA e #Chatbots - Parte I


No dia 9 de abril as comunidades Nerdzão e THT reuniram forças para realizar um encontro incrível.

Foram duas palestras instigantes sobre os assuntos mais quentes em desenvolvimento web do momento: PWA e Chatbots.

Neste primeiro artigo falarei sobre a palestra "PWA: a revolução da web nativa com Angular e Firebase" de Victor Matheus Jesus Caetano (https://github.com/victormath12).

Uma Progressive Web App é uma aplicação para a World Wide Web com características e funções similares a um aplicativo para dispositivos móveis, ou seja, é uma técnica que permite desenvolver aplicações web com funcionalidades que antes só eram encontradas em apps nativos.

Victor falou sobre as vantagens e facilidades em se implementar um PWA usando o framework de Javascript Angular e a plataforma Firebase. É empolgante notar as vantagens de uma aplicação com estas características.

Recomendado para Startups com baixo orçamento e pressa em prototipar um produto funcional, as PWA vem ganhado destaque no mercado e atenção de grandes players por diversos motivos além dos custos.

Começar com um aplicativo numa app store é uma tarefa que dispende tempo. Errar rápido é cada vez mais importante. Começar com um webapp permite mais rapidez, são mais práticos, mais econômicos, permitem alto grau de engajamento e são multiplataforma.

'Push notifications', 'funcionamento offline', 'geolocalização' e 'ícone na home screen' eram as estrelas dos apps nativos e hoje são facilmente implementados num webapp. A adesão a esta tecnologia deve ser ainda maior já que desde dezembro de 2017 o navegador da Apple, o Safari, permite essas funções.

Além de ser atraente ao usuário, com interações fluidas e objetivas, a experiência do usuário é valorizada em termos de confiabilidade (PWA só roda em https) e rapidez.

A sigla mágica PWA leva muitos desenvolvedores a questionar qual seria a palavra mais importante. Para alguns é a palavra 'App', já que com ele os sites se tornam instaláveis. Para outros é palavra 'Web', pois seu desenvolvimento é feito em HTML5, JS e CSS3. Para outros, no entanto, ser "Progressive" é seu melhor diferencial já que reúne em si o melhor dos dois mundos.

Estatísticas recentes demonstram que a farra dos apps está em sensível depressão. Segundo dados do Google:

- 60% de todos os apps, nunca foram sequer baixados;
- Mais de 65% dos usuários de smartphones, não fazem nenhum download de aplicativo por mês;
- Dos 1,5 milhões de aplicativos na Google Play Store, somente alguns poucos milhares tem algum engajamento;
- Os usuários de smartphones gastam 80% do tempo usando apenas os mesmo 5 apps.

Estas informações tornam os investimentos em aplicativos um tanto arriscados, no entanto, os webapps não vieram para substituir as apps, são seus complentares diretos. Segundo dados divulgados pelo maior ecommerce indiano, o Flipkart (https://www.flipkart.com ), a adoção do PWA gerou um aumento de 70% no engajamento dos clientes afetando positivamente as demais plataformas. A Google, a Microsoft e, agora, a Apple estão fomentando o mercado o que já é um bom motivo para incluir esse verbete nos seus projetos futuros.

Principais características do PWA:
- Responsivo: feito para qualquer dispositivo (desktop, tablet e mobile);
- Conectivo: funciona mesmo se o usuário estiver offline;
- App-like: experiência de uso igual a um aplicativo nativo;
- Atualizado: o browser detecta e atualiza automaticamente, quando necessário;
- Seguro: somente com https;
- Engajável: as push notifications permitem constante interação com o usuário;
- Instalável: é possível adicionar um ícone na tela principal do smartphone com apenas um clique.

Confira alguns exemplos de uso de PWA:
https://developers.google.com/web/showcase/2017/

Fontes:
App Builder GoodBarber - https://pt.goodbarber.com/pwa/
iMasters - https://imasters.com.br/desenvolvimento/pwa-progressive-web-apps-e-o-minimo-que-voce-precisa-saber-respeito/
iMasters - https://imasters.com.br/desenvolvimento/progressive-web-apps-palavra-chave-e-web-nao-app/
Tableless - https://tableless.com.br/introducao-aos-progressive-web-apps/
Concrete Solutions - https://www.concrete.com.br/2017/02/24/progressive-web-apps/

6.9.16

Hackathon Sprinklr "Eleições 2016"


Nos dias 3 e 4 de setembro de 2016 pessoas dos mais diversos locais do país e das mais diversas especialidades se juntaram no Impact Hub (espaço de coworking) para desenvolver ideias que estimulem os cidadãos no envolvimento mais aprofundado de questões políticas e eleitorais. A multinacional Sprinklr, famosa por fazer a compra mais bem sucedida de uma startup desde a negociação da Buscapé em 2009 (Época Negócios "Ele fez do ódio um negócio" ), promoveu uma maratona hacker com o título "Eleições 2016"

Eu participei com o projeto "Política do Chef". A ideia veio do colega Rafael Campelo, que junto com sua noiva Náthalie e o amigo Neto, pensaram numa forma de educar e promover a participação dos cidadãos nas políticas públicas de sua cidade - antes, durante e depois das eleições. Nosso app usará o conceito de 'gamificação' para bonificar os usuários com doces gourmet virtuais, badges e títulos nas interações com o aplicativo. Nele, você poderá comparar propostas de governo dos candidatos, acompanhar suas 'buzz words', segmentar o que você quer ver e ser recompensado por isso. O app tem também a função de denunciar e difundir os problemas da cidade encontrados pelos usuários de modo similar ao premiado colab.re.

A nossa ideia é ótima mas não convenceu os jurados que elegeram o "Vota Certo" como o grande finalista da competição. Foram 12 grupos que apresentaram ideias curiosas, inovadoras e mesmo futuristas. Eu fiquei particularmente surpreso com as possibilidades do "Professor Política (@profpolitica) " que usa #machinelearning algorithms para responder às perguntas associadas a uma ou mais hashtags definidas. 

"Saibam mais sobre os projetos escolhidos:

1º lugar: Vota certo - O aplicativo funciona como um "Tinder" onde o usuário recebe postagens vindas do Twitter sem a informação do candidato que publicou ou de qual candidato a noticia se refere. A partir dessas informações, o usuário diz se aprova, reprova ou se é indiferente ao que é mostrado e no fim ele traz o candidato que tem mais match com as escolhas feitas. 

2º lugar: Quem vota (http://quemvota.politicahacker.org/) - Página que simula a votação de projetos na câmara de vereadores de São Paulo e contribui para informar sobre o que está em pauta, detalhes das PLs e o que os vereadores já votaram ou ainda está parado. Você pode votar nas PLs que já passaram pela câmara e ao final a página te mostra qual com quais vereadores você vota mais parecido. 

3º lugar: Meu candidato - Criação de cartas dos candidatos no estilo "yugi-oh"/super trunfo usando uma tecnologia implantada que puxa as palavras mais ditas pelos candidatos dos municípios nas redes sociais. As cartas se transformariam em um jogo onde seria possível fazer a comparação entre todos os candidatos de cada município.

Foi um fim de semana intenso e instigante. Agradeço a Sprinklr que garantiu o café, muito energético, snacks para segurar a energia e convidou massoterapeutas para momentos de descompressão. Só faltou um background musical para manter o compasso (e alguns souvenirs do evento que teriam sido super bem vindos). Parabenizo a sua equipe que foi fantástica durante todo o evento no suporte aos competidores! 


30.8.16

#ManifestoÁgil #agile #devops #scrum


original em inglês

 

Manifesto para o desenvolvimento ágil de software

Estamos descobrindo maneiras melhores de desenvolver software fazendo-o nós mesmos e ajudando outros a fazê-lo. Através deste trabalho, passamos a valorizar:
  1. Indivíduos e interação entre eles mais que processos e ferramentas
  2. Software em funcionamento mais que documentação abrangente
  3. Colaboração com o cliente mais que negociação de contratos
  4. Responder a mudanças mais que seguir um plano
Ou seja, mesmo havendo valor nos itens à direita, valorizamos mais os itens à esquerda.
  1. Kent Beck
  2. Mike Beedle
  3. Arie van Bennekum
  4. Alistair Cockburn
  5. Ward Cunningham
  6. Martin Fowler
  7. James Grenning
  8. Jim Highsmith
  9. Andrew Hunt
  10. Ron Jeffries
  11. Jon Kern
  12. Brian Marick
  13. Robert C. Martin
  14. Steve Mellor
  15. Ken Schwaber
  16. Jeff Sutherland
  17. Dave Thomas
Os doze princípios do software ágil

Princípios por trás do Manifesto Ágil #agile #devops


original em inglês
Nós seguimos os seguintes princípios:
  • Nossa maior prioridade é satisfazer o cliente, através da entrega adiantada e contínua de software de valor.
  • Aceitar mudanças de requisitos, mesmo no fim do desenvolvimento. Processos ágeis se adequam a mudanças, para que o cliente possa tirar vantagens competitivas.
  • Entregar software funcionando com freqüencia, na escala de semanas até meses, com preferência aos períodos mais curtos.
  • Pessoas relacionadas à negócios e desenvolvedores devem trabalhar em conjunto e diáriamente, durante todo o curso do projeto.
  • Construir projetos ao redor de indivíduos motivados. Dando a eles o ambiente e suporte necessário, e confiar que farão seu trabalho.
  • O Método mais eficiente e eficaz de transmitir informações para, e por dentro de um time de desenvolvimento, é através de uma conversa cara a cara.
  • Software funcional é a medida primária de progresso.
  • Processos ágeis promovem um ambiente sustentável. Os patrocinadores, desenvolvedores e usuários, devem ser capazes de manter indefinidamente, passos constantes.
  • Contínua atenção à excelência técnica e bom design, aumenta a agilidade.
  • Simplicidade: a arte de maximizar a quantidade de trabalho que não precisou ser feito.
  • As melhores arquiteturas, requisitos e designs emergem de times auto-organizáveis.
  • Em intervalos regulares, o time reflete em como ficar mais efetivo, então, se ajustam e otimizam seu comportamento de acordo.
Manifesto ágil

25.10.15

Data Design, Data Visualization e Infografia

No dia 20 de outubro de 2015 (terça-feira) tive o privilégio de participar pela primeira vez do Meetup FrontUX (http://www.meetup.com/pt/FrontUX/) focado em desenvolvimento web, design e usabilidade.

Com o tema “Data Design”, o encontro em sua 5a edição, convidou dois especialistas em 'Data Visualization' para expor suas experiências e insigths: Johnny Dutra (Designer) e Luiz Rodrigues (Designer / Front-end Developer)

O encontro foi hospedado pelo Scup/Sprinkrl (https://ideas.scup.com/; https://www.sprinklr.com/; http://www.scup.com.br/pt/) o que me levantou um questionamento: Qual o interesse do Scup em usabilidade? Bom, a resposta não me foi oferecida, no entanto, pude tirar algumas conclusões.

Usar uma ferramenta de monitoramento de mídias sociais não é tão intuitivo quando gostaria que fosse, no entanto, entre as diversas ferramentas disponíveis no mercado, o Scup se destaca por sua facilidade de uso e objetividade. É muito tranquilo aprender suas funcionalidades e implementá-las e ainda podemos contar com uma equipe atenciosa e disposta a nos socorrer com toda simpatia. Então, concluo ser uma das preocupações do Scup manter sua plataforma ágil com o uso das mais recentes técnicas de usabilidade. Ok, isso foi superficial mas por hora basta.

Preciso relatar o que houve antes de chegaar ao evento pois foi bem mais difícil que escrever isto aqui. Não foi fácil chegar à sede do Scup. Estava ansioso para o Meetup. Tento participar dele deste o primeiro mas o número de pessoas interessadas é grande e o limite de vagas não. Ontem ele coincidiu com o Meetup de CSS3 (http://www.meetup.com/pt/CSS-SP/). Tive que tomar uma dolorosa decisão baseada na incerteza de ser contemplado com o convide para um dos dois. Ótimo! Fui confirmado no FrontUX no Scup. Agora é só confiar cegamente no Google Maps e sair com antecedência suficiente para chegar na hora. Perceberam meu erro? O Google Maps me guiou para dez quilometros de distância do local. Me fez andar muito, pagar passagens desnecessárias, perder tempo e chegar atrasado. Fiquei furibundo. Mas não estava disposto a desistir e perseverei num calor de mais de 30o no fim da tarde em São Paulo.

Estes encontros são muito legais e ontem tive o prazer de reecontrar o Carlos Prado (colega do Grupo de Estudos de HTML5 - http://www.meetup.com/pt/GDG-SP/), Maurício (do Meetup Things Hacker Team - http://www.meetup.com/pt/THT-Things-Hacker-Team/) e Karen (do workshop de Design Sprint do Android Dev Conf 2015 - http://androidconference.imasters.com.br/). Além disso, visitar uma empresa sempre nos remete a outras de similar destaque em outras esferas do infoespaço. Meio que sem querer, falamos da Adaptworks (http://www.adaptworks.com.br/), da Controly (http://www.contro.ly/) e do BankFácil (https://www.bankfacil.com.br/).

Johnny Dutra (Designer) e Luiz Rodrigues (Designer / Front-end Developer) falaram, cada um, sobre suas experiências com Data Design e Linguagens Visuais. Lembramos dos ótimos usos do Action Script de dias passados e dos dias atuais em que o Canvas no HTML5 explode em possibilidades. Debatemos sobre as vantagens do Node.JS e do RubyOnRails; sobre Realidade Aumentada, Python, C e Assembly(!); sobre as diferenças entre processamento de imagens e de vetores... Tudo isso resultou em uma série de links interessantes que preciso estudar logo mais.

Confira:
Exemplos de Infografia e DataVisualizations usadas pelo Scup:

Projeto DSS (Dynamic Style Sheets)

Batalha de Hiperlinks – Todo dia dois links competem por seu voto!

Projeto Círculo da Confiança – Agência D3

Plataforma de Discussão sobre o futuro das cidades

Webcomic of Romance, Sarcasm, Math and Language

Data Design, Data Visualization, Infografia

The 14 best data visualization tools – The Next Web

The 37 best tools for data visualization – Creative Bloq