TESTANDO WEB CAM
Recebi a primeira compra online significativa. E recebi antes do que previa. Pedi segunda a tarde recebi sexta de manhã.
13.4.02
11.4.02
TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA VIII
TRABALHO E CAPITAL MONOPOLISTA
HARRY BRAVERMAN
1972
CAPÍTULO 9
MAQUINARIA
“... tal história crítica da tecnologia’ que Marx observou não ter sido escrita em seus dias, nem mesmo nossos, está em mais evidência...” pág. 162
“... O elemento fundamental na evolução da maquinaria não é a dimensão, complexidade ou velocidade de operação, mas a maneira pela qual suas operações são controladas (processadas)...” pág. 163
“... Todos os meus meios são lúcidos, meus motivos e objetivos são loucos...” pág. 178
“... A ampla gama e máquinas primitivas havia sido equipamento para fins gerais, adaptada não pra um produto em especial ou a uma operação especializada, mas para muitas operações diversas...” pág. 165
“... o controle sobre os processos mecânicos progride até que eles tornem cada vez mais automáticos, no escopo de um sistema de máquinas interligadas ou uma única máquina que abranja todo o processo produtivo e o dirija com intervenção humana grandemente reduzida.
A evolução da maquinaria a partir de suas formas primitivas, (...) pode assim ser relatada como um aumento no controle humano sobre a ação de ferramentas. Essas ferramentas são controladas, em suas atividades, como extensões dos órgãos humanos de trabalho, inclusive os órgãos sensoriais, e essa proeza é realizada por uma compreensão humana cada vez maior das propriedades da matéria – em outras palavras pelo aumento do controle científico dos princípios físicos...” pág. 167
“... A massa humana está submetida ao processo de trabalho para os fins daqueles que a controlam mais que para qualquer fim geral do ‘humanidade’...” pág. 167
“... além de sua função técnica de aumentar a produtividade do trabalho – que seria uma característica da maquinaria em qualquer sistema social - , a maquinaria tem também no sistema capitalista a função de destituir a massa de trabalhadores de seu controle sobre o próprio trabalho...” pág. 168
“... o notável desenvolvimento da maquinaria vem a ser, para a maioria da população trabalhadora, a fonte não de liberdade, mas escravização, não a de domínio, mas de desamparo, e não do alargamento do horizonte do trabalho, mas do confinamento do trabalhador dentro de um círculo espesso de deveres servis no qual a máquina aparece como a encarnação da ciência e o trabalhador como pouco ou nada...” pág. 169
“... Uma grande vantagem que podemos obter da maquinaria”, escreveu Babbage, “é o controle que ela proporciona da desatenção, indolência ou a desonestidade de agentes humanos...”
Nota de rodapé pág. 169
“... termo controle numérico advém do controle (em geral feito por um aparelho que lê uma fita perfurada) sobre os movimentos da ferramenta ou da peça por meios de números (por exemplo, 2.375 polegadas), que representavam distâncias ao longo de três eixos, e por meio dos quais a ferramenta pode ser guiada a qualquer ponto num sólido tridimensional...” pág. 170
“... A possibilidade de aplicação industrial generalizada desse como de outros sistemas de controle tornou-se realidade com a revolução eletrônica dos anos 50 e 60, que forneceram circuitos baratos e dignos de confiança como instrumentos de controle. Isto começou com o transistor, que a princípio simplesmente substituía a válvula a vácuo na base de um por uma. Já em 1960, porém, circuitos integrados combinavam transistores e outros componentes em delgadas peças de cristal de silicone, de modo que vieram a lume em larga escala circuitos integrados, desenpenhando funções de centenas de peças caras e volumosas, montadas em um único chassi...” pág. 171
“... A codificação de um trabalho é rapidamente completada quando separada da execução mecânica, e uma vez codificado ele nunca precisa ser analisado de novo: a fita pode ser arquivada e usada sempre que se quiser fabricar de novo a peça...” pág. 172
“... Vemos aqui mais uma vez o princípio de Babbage, mas agora aplicado em uma revolução técnica. O processo tornou-se mais complexo, mas este está perdido para os trabalhadores , que não sobem com o processo, mas se afundam debaixo dele. Exige-se de cada um desse trabalhadores que conheçam e compreendam não mais que o trabalhador isolado de antigamente, mas muito menos...” pág. 173
“... A gerência é assim por vezes obrigada a contentar-se em esperar até que o processo histórico de desvalorização da especialização do trabalhador exerça efeito a longo prazo, e a relativa escala de salário cai ao nível esperado, desde que a única alternativa para ela é, em muitos casos, uma luta amarga com o sindicato...” pág. 176
“... a revelação pública dos novos dispositivos é acompanhada de autocongratulações e frases filantrópicas sobre o alívio da fadiga do trabalhador, a facilidade com que são realizadas tarefas laboriosas etc. Poucos escrevem tão claramente sobre o modo como as funções são distribuídas e o efeito que isto está exercendo no mundo do trabalho como o fez Thilliez, engenheiro qu introduziu o controle numérico nas fábricas da Renault, em seu livro técnico de 1967, La Commande Numérique dês Machinesi...” pág. 177
“... Esta separação de ‘trabalho intelectual de trabalho de execução’ é, de fato, uma ‘condição técnica’ mais bem adaptada a uma organização hierárquica, mais adaptada ao controle tanto da mão como do cérebro que trabalha, mais apropriada à lucratividade, mais adaptada a tudo, exceto às necessidades do povo...” pág. 177
“... Os mais avançados métodos da ciência e do cálculo racional nas mãos de um sistema social que é antagônico às necessidades humanas nada mais produz que irracionalidade; quanto mais avançada a ciências e quanto mais racionais os cálculos, mais veloz e calamitosamente esta irracionalidade é engendrada...” pág. 178
“... Cada avanço na produtividade reduz o número dos trabalhadores realmente produtivos, amplia o número dos trabalhadores que ficam disponíveis paras serem utilizados nas lutas entre empresas pela distribuição do excedente, aumenta a utilização do trabalho em empregos ociosos ou nenhum emprego, e dá a toda sociedade a forma de uma pirâmide invertida e que repousa em uma base cada vez menor de trabalho útil...” pág. 179
“... ferramentas manuais elétricas: o nível mais baixo de mecanização pág. 180
“... a eliminação progressiva das funções de controle pelo trabalhador, tanto quanto possível, e a transferência desse controle para um dispositivo que é controlado também tanto quanto possível pela gerência externa ao processo imediato...” pág. 183
“... todo tipo de produção capitalista, na medida em que não é apenas um processo de trabalho, mas também um processo de criar mais-valia, tem isto em comum, que não é o operário que emprega os instrumentos de trabalho, mas os instrumentos de trabalho é que empregam o operário. Mas é apenas no sistema fabril que esta inversão pela primeira vez adquire realidade técnica e palpável. Pro meio de sua conversão num autômato, o instrumento de trabalho faz frente ao trabalhador., durante o processo de trabalho, na forma de capital, de trabalho morto, que domina e drena força de trabalho viva...”
Nota de rodapé pág. 196/197
“... A Teoria da automação dá esperança do desaparecimento total do trabalho desagradável, o reposicionamento dos trabalhadores levados da industria pelo progresso técnico a outras ocupações especializadas, e a transformação do homem no trabalho em uma espécie de demiurgo ou criador, fazendo e concebendo a maquina. Mas isto são abstrações de técnicos que a evolução concreta das sociedades capitalistas tem cruelmente contraditado desde o inicio deste século...” Notas de rodapé pág. 198
“... O ‘progresso’ do capitalismo parece apenas aprofundar o abismo entre o trabalhador e a máquina e subordinar o trabalhador cada vez mais resolutamente ao jugo da maquina...” pag. 199
TRABALHO E CAPITAL MONOPOLISTA
HARRY BRAVERMAN
1972
CAPÍTULO 9
MAQUINARIA
“... tal história crítica da tecnologia’ que Marx observou não ter sido escrita em seus dias, nem mesmo nossos, está em mais evidência...” pág. 162
“... O elemento fundamental na evolução da maquinaria não é a dimensão, complexidade ou velocidade de operação, mas a maneira pela qual suas operações são controladas (processadas)...” pág. 163
“... Todos os meus meios são lúcidos, meus motivos e objetivos são loucos...” pág. 178
“... A ampla gama e máquinas primitivas havia sido equipamento para fins gerais, adaptada não pra um produto em especial ou a uma operação especializada, mas para muitas operações diversas...” pág. 165
“... o controle sobre os processos mecânicos progride até que eles tornem cada vez mais automáticos, no escopo de um sistema de máquinas interligadas ou uma única máquina que abranja todo o processo produtivo e o dirija com intervenção humana grandemente reduzida.
A evolução da maquinaria a partir de suas formas primitivas, (...) pode assim ser relatada como um aumento no controle humano sobre a ação de ferramentas. Essas ferramentas são controladas, em suas atividades, como extensões dos órgãos humanos de trabalho, inclusive os órgãos sensoriais, e essa proeza é realizada por uma compreensão humana cada vez maior das propriedades da matéria – em outras palavras pelo aumento do controle científico dos princípios físicos...” pág. 167
“... A massa humana está submetida ao processo de trabalho para os fins daqueles que a controlam mais que para qualquer fim geral do ‘humanidade’...” pág. 167
“... além de sua função técnica de aumentar a produtividade do trabalho – que seria uma característica da maquinaria em qualquer sistema social - , a maquinaria tem também no sistema capitalista a função de destituir a massa de trabalhadores de seu controle sobre o próprio trabalho...” pág. 168
“... o notável desenvolvimento da maquinaria vem a ser, para a maioria da população trabalhadora, a fonte não de liberdade, mas escravização, não a de domínio, mas de desamparo, e não do alargamento do horizonte do trabalho, mas do confinamento do trabalhador dentro de um círculo espesso de deveres servis no qual a máquina aparece como a encarnação da ciência e o trabalhador como pouco ou nada...” pág. 169
“... Uma grande vantagem que podemos obter da maquinaria”, escreveu Babbage, “é o controle que ela proporciona da desatenção, indolência ou a desonestidade de agentes humanos...”
Nota de rodapé pág. 169
“... termo controle numérico advém do controle (em geral feito por um aparelho que lê uma fita perfurada) sobre os movimentos da ferramenta ou da peça por meios de números (por exemplo, 2.375 polegadas), que representavam distâncias ao longo de três eixos, e por meio dos quais a ferramenta pode ser guiada a qualquer ponto num sólido tridimensional...” pág. 170
“... A possibilidade de aplicação industrial generalizada desse como de outros sistemas de controle tornou-se realidade com a revolução eletrônica dos anos 50 e 60, que forneceram circuitos baratos e dignos de confiança como instrumentos de controle. Isto começou com o transistor, que a princípio simplesmente substituía a válvula a vácuo na base de um por uma. Já em 1960, porém, circuitos integrados combinavam transistores e outros componentes em delgadas peças de cristal de silicone, de modo que vieram a lume em larga escala circuitos integrados, desenpenhando funções de centenas de peças caras e volumosas, montadas em um único chassi...” pág. 171
“... A codificação de um trabalho é rapidamente completada quando separada da execução mecânica, e uma vez codificado ele nunca precisa ser analisado de novo: a fita pode ser arquivada e usada sempre que se quiser fabricar de novo a peça...” pág. 172
“... Vemos aqui mais uma vez o princípio de Babbage, mas agora aplicado em uma revolução técnica. O processo tornou-se mais complexo, mas este está perdido para os trabalhadores , que não sobem com o processo, mas se afundam debaixo dele. Exige-se de cada um desse trabalhadores que conheçam e compreendam não mais que o trabalhador isolado de antigamente, mas muito menos...” pág. 173
“... A gerência é assim por vezes obrigada a contentar-se em esperar até que o processo histórico de desvalorização da especialização do trabalhador exerça efeito a longo prazo, e a relativa escala de salário cai ao nível esperado, desde que a única alternativa para ela é, em muitos casos, uma luta amarga com o sindicato...” pág. 176
“... a revelação pública dos novos dispositivos é acompanhada de autocongratulações e frases filantrópicas sobre o alívio da fadiga do trabalhador, a facilidade com que são realizadas tarefas laboriosas etc. Poucos escrevem tão claramente sobre o modo como as funções são distribuídas e o efeito que isto está exercendo no mundo do trabalho como o fez Thilliez, engenheiro qu introduziu o controle numérico nas fábricas da Renault, em seu livro técnico de 1967, La Commande Numérique dês Machinesi...” pág. 177
“... Esta separação de ‘trabalho intelectual de trabalho de execução’ é, de fato, uma ‘condição técnica’ mais bem adaptada a uma organização hierárquica, mais adaptada ao controle tanto da mão como do cérebro que trabalha, mais apropriada à lucratividade, mais adaptada a tudo, exceto às necessidades do povo...” pág. 177
“... Os mais avançados métodos da ciência e do cálculo racional nas mãos de um sistema social que é antagônico às necessidades humanas nada mais produz que irracionalidade; quanto mais avançada a ciências e quanto mais racionais os cálculos, mais veloz e calamitosamente esta irracionalidade é engendrada...” pág. 178
“... Cada avanço na produtividade reduz o número dos trabalhadores realmente produtivos, amplia o número dos trabalhadores que ficam disponíveis paras serem utilizados nas lutas entre empresas pela distribuição do excedente, aumenta a utilização do trabalho em empregos ociosos ou nenhum emprego, e dá a toda sociedade a forma de uma pirâmide invertida e que repousa em uma base cada vez menor de trabalho útil...” pág. 179
“... ferramentas manuais elétricas: o nível mais baixo de mecanização pág. 180
“... a eliminação progressiva das funções de controle pelo trabalhador, tanto quanto possível, e a transferência desse controle para um dispositivo que é controlado também tanto quanto possível pela gerência externa ao processo imediato...” pág. 183
“... todo tipo de produção capitalista, na medida em que não é apenas um processo de trabalho, mas também um processo de criar mais-valia, tem isto em comum, que não é o operário que emprega os instrumentos de trabalho, mas os instrumentos de trabalho é que empregam o operário. Mas é apenas no sistema fabril que esta inversão pela primeira vez adquire realidade técnica e palpável. Pro meio de sua conversão num autômato, o instrumento de trabalho faz frente ao trabalhador., durante o processo de trabalho, na forma de capital, de trabalho morto, que domina e drena força de trabalho viva...”
Nota de rodapé pág. 196/197
“... A Teoria da automação dá esperança do desaparecimento total do trabalho desagradável, o reposicionamento dos trabalhadores levados da industria pelo progresso técnico a outras ocupações especializadas, e a transformação do homem no trabalho em uma espécie de demiurgo ou criador, fazendo e concebendo a maquina. Mas isto são abstrações de técnicos que a evolução concreta das sociedades capitalistas tem cruelmente contraditado desde o inicio deste século...” Notas de rodapé pág. 198
“... O ‘progresso’ do capitalismo parece apenas aprofundar o abismo entre o trabalhador e a máquina e subordinar o trabalhador cada vez mais resolutamente ao jugo da maquina...” pag. 199
19.2.02
Estes posts tirei do AnthropologicuS Blog
Só pra constar, pois é só blablabla
[10/9/2001 5:17:33 PM | Magno Rocha]
Agora estou no CPD, mei aguniado pois o Marconi soh volta daqui a um mes e a fita do ANTITRUST ficou na sala dele.
[10/9/2001 5:08:29 PM | Magno Rocha]
oi, como vaum meus amigos?
estaum todos muitissimo berm obrigado
estou aqui para lembrar a mim mesmo que estou fazendo icones para a CCV
nao me logo a algum tempo, por isso meu learning anda atrasado
assisti ao filme "antitrust", cujo titulo nacional eh "ameca virtual", e gostei muito. O filme relata uma trama muito complexa, CHEIA DE PERSONAGENS MISTERIOSOS e semelhancas com a realidade da industria de tecnologia de softwares americana.
No filme ninguem cita nenhum nome de personagens reais, mas o temperamento, as falas, a posicao economica pessoal e juridica dos persoonagens principais, nos levam a analogia inevitavel da Microsoft. Eh um filme muito intrigante cheio de suspence, muito bom, acho que vou assistir de novo. Soh tenho que pagar as tres diarias que estou devendo, pois antes de alugar esse, havia alugado no sabado, o "MonkeyBone", a parte mais engracada do filme eh quando por alguns instantes o personagem principal reencarna num outro corpo( ou seja, outro ator) que estava na sala da necropsia doando orgaos, esse eh realmente o climax do filme; um filme decepcionante, mas acho que eh devido ao ator que interpreta o personagem principal, que eh o mesmo do ultimo "Tarzan". O cara faz comedia porque deve ser o "queridinho-da-mamae", um Joao Kleber da vida. O cara insosso e sem graca. nan.
De sexta pra sabado aluguei os "102 Dalmatas", nao consegui assisti-lo pois dormi no meio do filme, soh sei que tem muita gritaria. Mas parece ser um filme legal.
[9/7/2001 3:47:31 PM | Magno Rocha]
viva aos independentes no dia da Independencia, da liberdade, da vontade de fazer o que quiser, de poder fazer o que bem entender
este é o dia dos vitoriosos, dos que não lutam mais pois venceram!
felizes os que lutam pela felicidade dos que venceram, pelo poder dos que podem
pela independencia dos independentes
Brasil...brasil...
[9/7/2001 3:41:18 PM | Magno Rocha]
emorrecer
Hoje eu já não sinto
O que outro dia me doía
Hoje é dia de alegria
Não sinto mais a agonia
Parece que está passando
O sentimento funesto
O amor inacabado
O forçado parentesco
Mais um dia vai passando
A noite em fim começa
O sono que não me chega
A vida que não cessa
E a tristeza vai chegando
As dúvidas vão invadindo
Esperança: peço um abraço
Sossego; estou pedindo
Alimentando a alma
Com imensa poesia
Imaginando que o futuro
É melhor que hoje em dia
Dia-a-dia a gente sabe
Como é belo o entardecer
Que representa a maturidade
E a noite o emorrecer
Nestes tristes pobres versos
Que há muito não os cito
Agradeço a todo o mundo
Ao céu, água e mito.
[9/7/2001 3:29:15 PM | Magno Rocha]
COMO É, FAZ TEMPO QUE NAUM APAREÇO MAS ESTOU ME SENTINDO MAIS A VONTADE AGORA.
ANDEI ATÉ ESCREVENDO UMAS POESIAS
[5/7/2001 4:07:35 AM | Magno Rocha]
OI, ACABEI DE C11/12/2001 1:59:56 PM | Magno Rocha]
Estou agora na proreitoria de graduacao e estao me precionando para fincar o pe aqui, no lugar de ir para o CPD, onde tenho accesso a outros recursos, eh uma pena pois podam minha criatividade desta forma.
Penso que trabalhar com informatica eh muito mais estimulante com multimidia de ultima geracao
[11/9/2001 9:54:50 AM | Magno Rocha]
visite o
carlos magno blog
[11/9/2001 9:38:22 AM | Magno Rocha]
Ontem saí mais cedo da proreitoria devido a necessidade de entregar um cd na COPHEL para plotar uns banner do trocas cidadãs, no caminho deparei com uma blitz que tive de desviar, pois como sabemos estou um pouco irregular quanto aos documentos que me roubaram no começo do ano, inclusive carteira de dinheiro, celular da andrea, toca fitas do carro e caixas de som, alem da barraca de camping e muitas outras coisas menores. Fico puto quando me lembro disso.
Mudando de assunto, o conceito de sub-emprego é muito vago mesmo. Ontem Andrea, minha esposa, recebeu seu celular barato, um motorola talk about de 120 reais e cartão, enquanto isso na casa do meu avô a empregada doméstica recebe seu star tac de 150 reais e linha fixa. Detalhe: o startac veio completo, 2 baterias, carregador, manual, suporte, nota fiscal, etc, enquanto o talk about da Andrea veio só o celular "véi" limpo e seco.
Enquanto na Europa, come-se ovo cozido para não sujar a panela ( o que seriam dois trabalhos: fazer a comida e lavar a louça), no Ceará, você tem empregadas domésticas (que por um mínimo salário, lava suas roupas, limpa a casa, varre a calçada, faz a comida, lava os pratos, etc), pode chamar o garçon do que quiser, ser grosso com ele e ainda ter razão.
É muito curioso as disparidades dos mundos onde existem universidade seculares dos mundos onde as universidade ainda vão completar um século!
[11/8/2001 9:22:44 AM | Magno Rocha]
BUM DIA
Estou agora no CPD mas com muita dificuldade, ontem passei a noite na casa da Simone, minha orientadora, o q me fez chegar em casa hoje de manhan, foi muito divwertido. Simone acabara de chegar da Espanha depois de um ano, e trouxe muitas historias, uma das mais curiosas foi seu passeio com Anthony Hophkins em Amsterdam.
Briguei com Andrea por causa de besteira,...
[11/6/2001 5:05:58 PM | Magno Rocha]
ueba, como vamos?
estou agora com meu trabalho concluido.
conheci uns blogs legais hoje de uns designer amazonenses
diz ai
[11/6/2001 3:15:41 PM | Magno Rocha]
Boa tarde, muito boa tarde, estou agora trabalhando no Centro de Processamento de Dados, conhecidamente CPD, editando alguns conteudos que vao para a HP e para o CD do Catalogo de Graduacao. T+
[11/5/2001 6:24:42 PM | Magno Rocha]
mais novidade em carlos magno
ou magno rocha
[11/5/2001 6:22:29 PM | Magno Rocha]
hoje náo fui a pro reitoria mas amanha é dia
kisses
[10/30/2001 2:27:44 PM | Magno Rocha]
o tempo passa o tempo voa
[10/30/2001 2:27:10 PM | Magno Rocha]
vou te dizer o que me alegra no trabalho competencia seriedade alto astral bom humor sinceridade e dinheiro
[10/30/2001 2:22:41 PM | Magno Rocha]
agora estou converando com a marcia
[10/30/2001 2:21:10 PM | Magno Rocha]
acabei de comer um sanduiche de frango pago pela pro reitora
[10/30/2001 2:09:26 PM | Magno Rocha]
Fui domingp assistir à mostra Le Parc no Dragão, "Luz e Movimento", muito intrigante. Luzes maquinicas interativas e definitivamente viajantes, cada instalação tem como característica sua capacidade hipnótica
[10/30/2001 2:06:29 PM | Magno Rocha]
estou ainda sem almoço e sem café, mas tudo bem. Estava até agora com a professora Elza trabalhando num documento para bolsa-sanduiche de doutorado em Ciencias Sociais, agora recebi uma folguinha.
Andrea me pediu para passar na r. Moacir Moraes onde sua tia mora para pegar o dinheiro da luz.
Erivan terminou sua dissertação de mestrado e fez uma pequena menção a mim, estou lisongeado, obrigado amigo.
[10/30/2001 2:03:12 PM | Magno Rocha]
oie
ueba
uma semana depois aqui estou eu. Teclando agora da CTP, do velho macauba.
assisti ontem o filme " A Partilha", um filme divertido e emocionante. Não faz muito o meu gosto mas a Andrea chorou e riu muito.É um filme muito humano, sem grandes sequencias externas e muito diálogo. Excelente qualidade técnica.
[10/23/2001 4:05:48 PM | Magno Rocha]
EST
OU MUITO FELIZ
AS 02H DA TARDE FIZ UM MINICURSO DE EDICAO DE VIDEO, MAS AINDA NAO ERA VIDEO PARA INTERNET. O QUE ME DEIXOU MUITO MOTIVADO FOI O FATO DE TRABALHAR COM UM IMAC, EH DEMAIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
[10/23/2001 3:57:47 PM | Magno Rocha]
AGORA, COMO ESTAVA DIZENDO FRANZ CAPRA SERIA UM OTIMO COMPANHEIRO NESTE EVENTO...
[10/23/2001 3:56:20 PM | Magno Rocha]
estou muito feliz em poder paricipar dessse festival de tecnologias, gostaria de ter trazido o Capras para ,
acabaram de me falar sobre sobre um tal de VISUAL CLASS, VAMOS VER O QUE EH...
[10/23/2001 3:52:46 PM | Magno Rocha]
HEGAR
CRISTAOS PRIMITIVOS NA ERA ESPACIAL
A VIDA SOCIAL NA IDADE DIGITAL
Pesquisa
Índice
Apresentação
Justificativa
Objetivos da Pesquisa
Objetivo Geral
Objetivo Específico
Revisão de Literatura
Metologia
Pesquisa Bibliográfica
Escolha dos Instrumentos de Trabalho
Características da População
Definição da Amostra
Análise dos Resultados
Cronograma de Realização
Bibliografia
Agora estou no CPD, mei aguniado pois o Marconi soh volta daqui a um mes e a fita do ANTITRUST ficou na sala dele.
[9/7/2001 3:47:31 PM | Magno Rocha]
viva aos independentes no dia da Independencia, da liberdade, da vontade de fazer o que quiser, de poder fazer o que bem entender
este é o dia dos vitoriosos, dos que não lutam mais pois venceram!
felizes os que lutam pela felicidade dos que venceram, pelo poder dos que podem
pela independencia dos independentes
Brasil...brasil...
[9/7/2001 3:41:18 PM | Magno Rocha]
emorrecer
Hoje eu já não sinto
O que outro dia me doía
Hoje é dia de alegria
Não sinto mais a agonia
Parece que está passando
O sentimento funesto
O amor inacabado
O forçado parentesco
Mais um dia vai passando
A noite em fim começa
O sono que não me chega
A vida que não cessa
E a tristeza vai chegando
As dúvidas vão invadindo
Esperança: peço um abraço
Sossego; estou pedindo
Alimentando a alma
Com imensa poesia
Imaginando que o futuro
É melhor que hoje em dia
Dia-a-dia a gente sabe
Como é belo o entardecer
Que representa a maturidade
E a noite o emorrecer
Nestes tristes pobres versos
Que há muito não os cito
Agradeço a todo o mundo
Ao céu, água e mito.
001 3:29:15 PM | Magno Rocha]
COMO É, FAZ TEMPO QUE NAUM APAREÇO MAS ESTOU ME SENTINDO MAIS A VONTADE AGORA.
ANDEI ATÉ ESCREVENDO UMAS POESIAS
[5/7/2001 4:07:35 AM | Magno Rocha]
OI, ACABEI DE CHEGAR
assisti ontem o filme " A Partilha", um filme divertido e emocionante. Não faz muito o meu gosto mas a Andrea chorou e riu muito.É um filme muito humano, sem grandes sequencias externas e muito diálogo. Excelente qualidade técnica.
Só pra constar, pois é só blablabla
[10/9/2001 5:17:33 PM | Magno Rocha]
Agora estou no CPD, mei aguniado pois o Marconi soh volta daqui a um mes e a fita do ANTITRUST ficou na sala dele.
[10/9/2001 5:08:29 PM | Magno Rocha]
oi, como vaum meus amigos?
estaum todos muitissimo berm obrigado
estou aqui para lembrar a mim mesmo que estou fazendo icones para a CCV
nao me logo a algum tempo, por isso meu learning anda atrasado
assisti ao filme "antitrust", cujo titulo nacional eh "ameca virtual", e gostei muito. O filme relata uma trama muito complexa, CHEIA DE PERSONAGENS MISTERIOSOS e semelhancas com a realidade da industria de tecnologia de softwares americana.
No filme ninguem cita nenhum nome de personagens reais, mas o temperamento, as falas, a posicao economica pessoal e juridica dos persoonagens principais, nos levam a analogia inevitavel da Microsoft. Eh um filme muito intrigante cheio de suspence, muito bom, acho que vou assistir de novo. Soh tenho que pagar as tres diarias que estou devendo, pois antes de alugar esse, havia alugado no sabado, o "MonkeyBone", a parte mais engracada do filme eh quando por alguns instantes o personagem principal reencarna num outro corpo( ou seja, outro ator) que estava na sala da necropsia doando orgaos, esse eh realmente o climax do filme; um filme decepcionante, mas acho que eh devido ao ator que interpreta o personagem principal, que eh o mesmo do ultimo "Tarzan". O cara faz comedia porque deve ser o "queridinho-da-mamae", um Joao Kleber da vida. O cara insosso e sem graca. nan.
De sexta pra sabado aluguei os "102 Dalmatas", nao consegui assisti-lo pois dormi no meio do filme, soh sei que tem muita gritaria. Mas parece ser um filme legal.
[9/7/2001 3:47:31 PM | Magno Rocha]
viva aos independentes no dia da Independencia, da liberdade, da vontade de fazer o que quiser, de poder fazer o que bem entender
este é o dia dos vitoriosos, dos que não lutam mais pois venceram!
felizes os que lutam pela felicidade dos que venceram, pelo poder dos que podem
pela independencia dos independentes
Brasil...brasil...
[9/7/2001 3:41:18 PM | Magno Rocha]
emorrecer
Hoje eu já não sinto
O que outro dia me doía
Hoje é dia de alegria
Não sinto mais a agonia
Parece que está passando
O sentimento funesto
O amor inacabado
O forçado parentesco
Mais um dia vai passando
A noite em fim começa
O sono que não me chega
A vida que não cessa
E a tristeza vai chegando
As dúvidas vão invadindo
Esperança: peço um abraço
Sossego; estou pedindo
Alimentando a alma
Com imensa poesia
Imaginando que o futuro
É melhor que hoje em dia
Dia-a-dia a gente sabe
Como é belo o entardecer
Que representa a maturidade
E a noite o emorrecer
Nestes tristes pobres versos
Que há muito não os cito
Agradeço a todo o mundo
Ao céu, água e mito.
[9/7/2001 3:29:15 PM | Magno Rocha]
COMO É, FAZ TEMPO QUE NAUM APAREÇO MAS ESTOU ME SENTINDO MAIS A VONTADE AGORA.
ANDEI ATÉ ESCREVENDO UMAS POESIAS
[5/7/2001 4:07:35 AM | Magno Rocha]
OI, ACABEI DE C11/12/2001 1:59:56 PM | Magno Rocha]
Estou agora na proreitoria de graduacao e estao me precionando para fincar o pe aqui, no lugar de ir para o CPD, onde tenho accesso a outros recursos, eh uma pena pois podam minha criatividade desta forma.
Penso que trabalhar com informatica eh muito mais estimulante com multimidia de ultima geracao
[11/9/2001 9:54:50 AM | Magno Rocha]
visite o
carlos magno blog
[11/9/2001 9:38:22 AM | Magno Rocha]
Ontem saí mais cedo da proreitoria devido a necessidade de entregar um cd na COPHEL para plotar uns banner do trocas cidadãs, no caminho deparei com uma blitz que tive de desviar, pois como sabemos estou um pouco irregular quanto aos documentos que me roubaram no começo do ano, inclusive carteira de dinheiro, celular da andrea, toca fitas do carro e caixas de som, alem da barraca de camping e muitas outras coisas menores. Fico puto quando me lembro disso.
Mudando de assunto, o conceito de sub-emprego é muito vago mesmo. Ontem Andrea, minha esposa, recebeu seu celular barato, um motorola talk about de 120 reais e cartão, enquanto isso na casa do meu avô a empregada doméstica recebe seu star tac de 150 reais e linha fixa. Detalhe: o startac veio completo, 2 baterias, carregador, manual, suporte, nota fiscal, etc, enquanto o talk about da Andrea veio só o celular "véi" limpo e seco.
Enquanto na Europa, come-se ovo cozido para não sujar a panela ( o que seriam dois trabalhos: fazer a comida e lavar a louça), no Ceará, você tem empregadas domésticas (que por um mínimo salário, lava suas roupas, limpa a casa, varre a calçada, faz a comida, lava os pratos, etc), pode chamar o garçon do que quiser, ser grosso com ele e ainda ter razão.
É muito curioso as disparidades dos mundos onde existem universidade seculares dos mundos onde as universidade ainda vão completar um século!
[11/8/2001 9:22:44 AM | Magno Rocha]
BUM DIA
Estou agora no CPD mas com muita dificuldade, ontem passei a noite na casa da Simone, minha orientadora, o q me fez chegar em casa hoje de manhan, foi muito divwertido. Simone acabara de chegar da Espanha depois de um ano, e trouxe muitas historias, uma das mais curiosas foi seu passeio com Anthony Hophkins em Amsterdam.
Briguei com Andrea por causa de besteira,...
[11/6/2001 5:05:58 PM | Magno Rocha]
ueba, como vamos?
estou agora com meu trabalho concluido.
conheci uns blogs legais hoje de uns designer amazonenses
diz ai
[11/6/2001 3:15:41 PM | Magno Rocha]
Boa tarde, muito boa tarde, estou agora trabalhando no Centro de Processamento de Dados, conhecidamente CPD, editando alguns conteudos que vao para a HP e para o CD do Catalogo de Graduacao. T+
[11/5/2001 6:24:42 PM | Magno Rocha]
mais novidade em carlos magno
ou magno rocha
[11/5/2001 6:22:29 PM | Magno Rocha]
hoje náo fui a pro reitoria mas amanha é dia
kisses
[10/30/2001 2:27:44 PM | Magno Rocha]
o tempo passa o tempo voa
[10/30/2001 2:27:10 PM | Magno Rocha]
vou te dizer o que me alegra no trabalho competencia seriedade alto astral bom humor sinceridade e dinheiro
[10/30/2001 2:22:41 PM | Magno Rocha]
agora estou converando com a marcia
[10/30/2001 2:21:10 PM | Magno Rocha]
acabei de comer um sanduiche de frango pago pela pro reitora
[10/30/2001 2:09:26 PM | Magno Rocha]
Fui domingp assistir à mostra Le Parc no Dragão, "Luz e Movimento", muito intrigante. Luzes maquinicas interativas e definitivamente viajantes, cada instalação tem como característica sua capacidade hipnótica
[10/30/2001 2:06:29 PM | Magno Rocha]
estou ainda sem almoço e sem café, mas tudo bem. Estava até agora com a professora Elza trabalhando num documento para bolsa-sanduiche de doutorado em Ciencias Sociais, agora recebi uma folguinha.
Andrea me pediu para passar na r. Moacir Moraes onde sua tia mora para pegar o dinheiro da luz.
Erivan terminou sua dissertação de mestrado e fez uma pequena menção a mim, estou lisongeado, obrigado amigo.
[10/30/2001 2:03:12 PM | Magno Rocha]
oie
ueba
uma semana depois aqui estou eu. Teclando agora da CTP, do velho macauba.
assisti ontem o filme " A Partilha", um filme divertido e emocionante. Não faz muito o meu gosto mas a Andrea chorou e riu muito.É um filme muito humano, sem grandes sequencias externas e muito diálogo. Excelente qualidade técnica.
[10/23/2001 4:05:48 PM | Magno Rocha]
EST
OU MUITO FELIZ
AS 02H DA TARDE FIZ UM MINICURSO DE EDICAO DE VIDEO, MAS AINDA NAO ERA VIDEO PARA INTERNET. O QUE ME DEIXOU MUITO MOTIVADO FOI O FATO DE TRABALHAR COM UM IMAC, EH DEMAIS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
[10/23/2001 3:57:47 PM | Magno Rocha]
AGORA, COMO ESTAVA DIZENDO FRANZ CAPRA SERIA UM OTIMO COMPANHEIRO NESTE EVENTO...
[10/23/2001 3:56:20 PM | Magno Rocha]
estou muito feliz em poder paricipar dessse festival de tecnologias, gostaria de ter trazido o Capras para ,
acabaram de me falar sobre sobre um tal de VISUAL CLASS, VAMOS VER O QUE EH...
[10/23/2001 3:52:46 PM | Magno Rocha]
HEGAR
CRISTAOS PRIMITIVOS NA ERA ESPACIAL
A VIDA SOCIAL NA IDADE DIGITAL
Pesquisa
Índice
Apresentação
Justificativa
Objetivos da Pesquisa
Objetivo Geral
Objetivo Específico
Revisão de Literatura
Metologia
Pesquisa Bibliográfica
Escolha dos Instrumentos de Trabalho
Características da População
Definição da Amostra
Análise dos Resultados
Cronograma de Realização
Bibliografia
Agora estou no CPD, mei aguniado pois o Marconi soh volta daqui a um mes e a fita do ANTITRUST ficou na sala dele.
[9/7/2001 3:47:31 PM | Magno Rocha]
viva aos independentes no dia da Independencia, da liberdade, da vontade de fazer o que quiser, de poder fazer o que bem entender
este é o dia dos vitoriosos, dos que não lutam mais pois venceram!
felizes os que lutam pela felicidade dos que venceram, pelo poder dos que podem
pela independencia dos independentes
Brasil...brasil...
[9/7/2001 3:41:18 PM | Magno Rocha]
emorrecer
Hoje eu já não sinto
O que outro dia me doía
Hoje é dia de alegria
Não sinto mais a agonia
Parece que está passando
O sentimento funesto
O amor inacabado
O forçado parentesco
Mais um dia vai passando
A noite em fim começa
O sono que não me chega
A vida que não cessa
E a tristeza vai chegando
As dúvidas vão invadindo
Esperança: peço um abraço
Sossego; estou pedindo
Alimentando a alma
Com imensa poesia
Imaginando que o futuro
É melhor que hoje em dia
Dia-a-dia a gente sabe
Como é belo o entardecer
Que representa a maturidade
E a noite o emorrecer
Nestes tristes pobres versos
Que há muito não os cito
Agradeço a todo o mundo
Ao céu, água e mito.
001 3:29:15 PM | Magno Rocha]
COMO É, FAZ TEMPO QUE NAUM APAREÇO MAS ESTOU ME SENTINDO MAIS A VONTADE AGORA.
ANDEI ATÉ ESCREVENDO UMAS POESIAS
[5/7/2001 4:07:35 AM | Magno Rocha]
OI, ACABEI DE CHEGAR
assisti ontem o filme " A Partilha", um filme divertido e emocionante. Não faz muito o meu gosto mas a Andrea chorou e riu muito.É um filme muito humano, sem grandes sequencias externas e muito diálogo. Excelente qualidade técnica.
18.2.02
O poder da identidade
A era da informação: economia, sociedade e cultura.
Volume 2
Manuel Castells
“... A identidade legitimadora dá origem a uma sociedade civil...” pág. 24.
“... exceto para a elite que ocupa o espaço atemporal de fluxos de redes globais e seus locais subsidiários, o planejamento reflexivo da vida torna-se impossível...” pág. 27.
“... Islã em árabe significa submissão, e em muçulmano é alguém que se submeteu à vontade de Alá...” pág. 30.
“... Como aponta Barssam Tibi, ‘o princípio da subjetividade de Harbermans é uma heresia para os fundamentalistas islâmicos’...” pág. 32.
“... São todas as ideologias fracassadas provenientes da ordem pós-colonial. (...) A revolução branca do xá, iniciada em 1963, foi uma das mais ambiciosas tentativas de modernizar a economia e a sociedade do país (...) foram minadas as estruturas básicas da sociedade tradicional, desde a agricultura até o calendário...” pág 33.
“... As raízes sociais do fundamentalismo radical parecem resultar da combinação entre a modernização bem-sucedida, conduzida pelo Estado nos anos 50 e 60, e fracasso da modernização econômica na maioria dos países mulçumanos durante os anos 70 e 80, uma vez que suas economias não conseguiram se adaptar às novas condições impostas pela concorrência global e a revolução tecnológica no período...” pág. 35.
“..A construção da identidade fundamentalista (Fundamentalismo cristão norte-americano) parece ser uma tentativa de reafirmação do controle sobre a vida e sobre o país, uma relação direta ao processo desenfreado de globalização que se faz cada vez mais presente na economia e na mídia.
Entretanto, provavelmente a causa mais importante do fundamentalismo cristão dos anos 80 e 90, é a reação contra o desafio ao patriarcalismo, fruto das revoltas da década de 60, e expresso pelos movimentos feminista, das lésbicas e dos gays...” pág. 43.
“... Via de regra, uma cultura não é o que as pessoas compartilham, mas sim algo pelo qual resolvem lutar...” (citando Eley e Suny) pág. 45.
“... um dos mais poderosos Estados da história da humanidade não conseguiu, mesmo depois de 74 anos, criar uma identidade nacional. (...) a experiência soviética desmente a teoria segundo a qual o Estado é capaz de construir identidade nacional por si próprio...” pág. 56
“... a infra-estrutura compartilhada, desde a rede elétrica ate os serviços de água e esgoto, tornam a desarticulação dos territórios da extinta U.R.S.S. muito dispendiosa, fazendo da cooperação um instrumento decisivo para o desenvolvimento...” pág. 59
“... É bem provável que nações desprovidas de Estados organizem-se em torno de comunidades lingüística...” pág. 66.
“... definirei nações (...) como comunidades culturais construídas nas mentes e memória coletiva das pessoas por maio de uma história e de projetos políticos compartilhados...” pág. 69.
“... a língua, principalmente uma língua plenamente bem desenvolvida, constitui um atributo fundamental de auto-reconhecimento, bem como de estabelecimento de uma fronteira nacional invisível em moldes menos arbitrários que os da territorialidade, e menos exclusivos que os da etnia...” pág. 70.
“... Sua identidade foi constituída a partir de um povo seqüestrado e escravizado, sob o controle da sociedade mais livre da época...” pág. 75 (sobre os negros nos Estados Unidos)
“... as pessoas resistem ao processo de individualização e atomização, tendendo a agrupar-se em organizações comunitárias que, ao longo do tempo, geram um sentimento de pertença e, em última análise, em muitos casos, uma identidade cultural, comunal...” pág. 79.
“... os indivíduos necessitam do apoio de grupos que carreguem consigo uma tradição moral capaz de reforçar suas próprias aspirações...” pág. 84 (citando Robert Bellah).
“... A constituição dessas comunas culturais (etnias) não é arbitrária, mas depende da forma de trabalhar a matéria-prima fornecida pela história, geografia, língua e ambiente. (...) Quando o mundo se torna grande demais para ser controlado, os atores sociais passam a ter como objetivo fazê-lo retornar ao tamanho compatível com que podem conceber. Quando as redes dissolvem o tempo e o espaço, as pessoas se agarram a espaços físicos, recorrendo à sua memória histórica...” pág. 85.
“... Devido ao fato de que os novos processos de dominação aos quais as pessoas reagem estão embutidos nos fluxos de informação, a construção da autonomia tem de se fundamentar nos fluxos reversos da informação. Deus, a nação, a família e a comunidade forneceram códigos eternos, inquebrantáveis, em torno dos quais uma contra-ofensiva será lançada contra a cultura da realidade virtual. A verdade eterna não pode ser virtualizada...” pág. 85.
“... Em vez de um ‘Grande Irmão’ opressor, tem-se uma série de ‘ irmãzinhas’ que procuram ser simpáticas , estabelecendo uma relação pessoal conosco por saberem quem somos e invadindo nossas vidas sob os mais variados aspectos...” pág. 305.
A era da informação: economia, sociedade e cultura.
Volume 2
Manuel Castells
“... A identidade legitimadora dá origem a uma sociedade civil...” pág. 24.
“... exceto para a elite que ocupa o espaço atemporal de fluxos de redes globais e seus locais subsidiários, o planejamento reflexivo da vida torna-se impossível...” pág. 27.
“... Islã em árabe significa submissão, e em muçulmano é alguém que se submeteu à vontade de Alá...” pág. 30.
“... Como aponta Barssam Tibi, ‘o princípio da subjetividade de Harbermans é uma heresia para os fundamentalistas islâmicos’...” pág. 32.
“... São todas as ideologias fracassadas provenientes da ordem pós-colonial. (...) A revolução branca do xá, iniciada em 1963, foi uma das mais ambiciosas tentativas de modernizar a economia e a sociedade do país (...) foram minadas as estruturas básicas da sociedade tradicional, desde a agricultura até o calendário...” pág 33.
“... As raízes sociais do fundamentalismo radical parecem resultar da combinação entre a modernização bem-sucedida, conduzida pelo Estado nos anos 50 e 60, e fracasso da modernização econômica na maioria dos países mulçumanos durante os anos 70 e 80, uma vez que suas economias não conseguiram se adaptar às novas condições impostas pela concorrência global e a revolução tecnológica no período...” pág. 35.
“..A construção da identidade fundamentalista (Fundamentalismo cristão norte-americano) parece ser uma tentativa de reafirmação do controle sobre a vida e sobre o país, uma relação direta ao processo desenfreado de globalização que se faz cada vez mais presente na economia e na mídia.
Entretanto, provavelmente a causa mais importante do fundamentalismo cristão dos anos 80 e 90, é a reação contra o desafio ao patriarcalismo, fruto das revoltas da década de 60, e expresso pelos movimentos feminista, das lésbicas e dos gays...” pág. 43.
“... Via de regra, uma cultura não é o que as pessoas compartilham, mas sim algo pelo qual resolvem lutar...” (citando Eley e Suny) pág. 45.
“... um dos mais poderosos Estados da história da humanidade não conseguiu, mesmo depois de 74 anos, criar uma identidade nacional. (...) a experiência soviética desmente a teoria segundo a qual o Estado é capaz de construir identidade nacional por si próprio...” pág. 56
“... a infra-estrutura compartilhada, desde a rede elétrica ate os serviços de água e esgoto, tornam a desarticulação dos territórios da extinta U.R.S.S. muito dispendiosa, fazendo da cooperação um instrumento decisivo para o desenvolvimento...” pág. 59
“... É bem provável que nações desprovidas de Estados organizem-se em torno de comunidades lingüística...” pág. 66.
“... definirei nações (...) como comunidades culturais construídas nas mentes e memória coletiva das pessoas por maio de uma história e de projetos políticos compartilhados...” pág. 69.
“... a língua, principalmente uma língua plenamente bem desenvolvida, constitui um atributo fundamental de auto-reconhecimento, bem como de estabelecimento de uma fronteira nacional invisível em moldes menos arbitrários que os da territorialidade, e menos exclusivos que os da etnia...” pág. 70.
“... Sua identidade foi constituída a partir de um povo seqüestrado e escravizado, sob o controle da sociedade mais livre da época...” pág. 75 (sobre os negros nos Estados Unidos)
“... as pessoas resistem ao processo de individualização e atomização, tendendo a agrupar-se em organizações comunitárias que, ao longo do tempo, geram um sentimento de pertença e, em última análise, em muitos casos, uma identidade cultural, comunal...” pág. 79.
“... os indivíduos necessitam do apoio de grupos que carreguem consigo uma tradição moral capaz de reforçar suas próprias aspirações...” pág. 84 (citando Robert Bellah).
“... A constituição dessas comunas culturais (etnias) não é arbitrária, mas depende da forma de trabalhar a matéria-prima fornecida pela história, geografia, língua e ambiente. (...) Quando o mundo se torna grande demais para ser controlado, os atores sociais passam a ter como objetivo fazê-lo retornar ao tamanho compatível com que podem conceber. Quando as redes dissolvem o tempo e o espaço, as pessoas se agarram a espaços físicos, recorrendo à sua memória histórica...” pág. 85.
“... Devido ao fato de que os novos processos de dominação aos quais as pessoas reagem estão embutidos nos fluxos de informação, a construção da autonomia tem de se fundamentar nos fluxos reversos da informação. Deus, a nação, a família e a comunidade forneceram códigos eternos, inquebrantáveis, em torno dos quais uma contra-ofensiva será lançada contra a cultura da realidade virtual. A verdade eterna não pode ser virtualizada...” pág. 85.
“... Em vez de um ‘Grande Irmão’ opressor, tem-se uma série de ‘ irmãzinhas’ que procuram ser simpáticas , estabelecendo uma relação pessoal conosco por saberem quem somos e invadindo nossas vidas sob os mais variados aspectos...” pág. 305.
17.2.02
Bibliografia básica,
Aqui vai uma parte de minha bibliografia.
É boa ou não é?!!
AUTORES E SUAS OBRAS
01. A SOCIEDADE EM REDE
Traduzido do original: The rise of the network society
Castells, Manuel, 1942 –.A sociedade em rede / Manuel Castells/ tradução; Roneide Venâncio Majer. (A era da informação: economia, sociedade e cultura, v. Um). São Paulo: Paz e Terra, 1999.
02. COMUNICAÇÃO NA ERA ESPACIAL
Original da UNESCO, 1968.
Conferências promovidas pela UNESCO / O papel dos satélites artificiais na comunicação. Fundação Getulio Vargas, 1969.
03. OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO COMO EXTENSÃO DO HOMEM
Título original: UNDERSTANDING MIDIA: The Extensions of Man.
Copyright 1964 by
McLuhan, Marshall. Os meios de comunicação como extensão do homem; Traduzido por Décio Pignatari. 20a. Ed. Editora Cultrix,1995.
04. A GALÁXIA DE GUTEMBERG
Macluhan, Marshall, 1911 –. A galáxia de Gutemberg; a formação do homem tipográfico; tradução Leônidas Gontijo de Carvalho e Anísio Teixeira. São Paulo, ed. Nacional, Editora da USP, 1972.
05. AS SITUAÇÕES DAS CIÊNCIAS DO HOMEM NO SISTEMA DAS CIÊNCIAS
Título original: Tendances principales de la recherche dans les sciences sociales et et humaines, part 1: sciences sciales – la sitution des sciences de l’homme dans le sisteme des science. 1970.
Piaget, Jean. A situação das ciências do homem no sistema das ciências; volume 1; tradução de Isabel Cardigos dos Reis. Lisboa, Livraria Bertand, 1970
06. A TEIA DA VIDA
Título original: the web of life: a new scientific understanding of living systems,1996
Capra, Fritjof. A teia da vida: uma nova compreensão dos sistemas vivos; tradução de Newton Roberval Eichemberg. São Paulo, Ed. Cultrix, 1999.
07. CAOSMOSE
Guattari, Félix, 1930-1992. Caosmose: um novo paradigma estético; tradução de Ana Lúcia de Oliveira e Lúcia Cláudia Leão. São Paulo, Ed. 34, 1992 (Coleção TRANS).
08. JESUS VIVEU NA ÍNDIA
Título original: Jesus lived in India, 1983
Kersten, Holger. Jesus viveu na Índia: a desconhecida história de Jesus antes e depois da crucificação; tradução de Cecília Casas. São Paulo, Best Seller, 1988.
09. A VIDA DIGITAL
Título original: Being digital
Negroponte, Nicholas. A vida digital; tradução Ségio Tellaroli; supervisão técnica Ricardo Rangel. São Paulo, Companhia das Letras, 1995.
10. O PODEROSO MICRO
Título original: The Mighty Micro, 1979
Evans, Christopher. O poderoso micro: a revolução do computador; tradução de Raul de Sá Barbosa; revisão técnica de Thomaz Edison Goulart do Amarante. Rio de Janeiro, Ed. FORENSE-UNIVERSITÁRIA, 1983.
11. A ESTRADA DO FUTURO
Título original: The road ahead, 1995.
Gates, Bill. A Estrada do futuro; tradução de Beth Vieira... et al.; supervisão técnica de Ricardo Rangel. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
12. O JOGO DO BICHO
Soares, Simone Simões Ferreira. O jogo do bicho: a saga de um fato brasileiro. Rio de Janeiro: Ed. Bertrand Brasil, 1993.
13. O POVO BRASILEIRO
Ribeiro, Darcy, 1922-1997. O povo brasileiro: evolução e sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
14. CIBERNÉTICA E FILOSOFIA
Título original alemão: Kybernetik und Philosophie, da Duncker & Humblot, Berlim, 1966.
Frank, Helmar G. Cibernética e filosofia; tradução de Celeste Aída Galeão. Rio de Janeiro, Ed. Tempo Brasileiro, 1970.
15. CIBERNÉTICA ( OU CONTROLE E COMUNICAÇÃO NO ANIMAL E NA MÁQUINA )
Título original: Cybernetics.
Wiener, Norbert, 1894-1963. Cibernética; ou, Controle e comunicação no animal e na máquina; traduzido por Gita K. Ghinzberg. São Paulo, Polígono e USP, 1970.
16. A MODERNIDADE E OS MODERNOS
Originais alemães: Argument, n° 46, Argument – verlag, 1967 e Scriften, 1955.
Benjamin, Walter. A modernidade e os modernos; traduzido por Heindrun Krieger Mendes da Silva, Arlete de Brito e Tânia Jatobá. Rio de Janeiro, Edições Tempo Brasileiro, 1975.
17. O MUNDO ASSOMBRADO PELOS DEMÔNIOS
Título original: the demon-haunted world, 1995
Sagan, Carl, 1934-1997. O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro; tradução Rosaura Eichemberg. São Paulo, Companhia das Letras, 1996.
18. O COMPUTADOR EM SALA DE AULA: ARTICULANDO SABERES
Freire, Fernanda Maria Pereira. O computador em sala de aula: articulando saberes. Campinas, SP, UNICAMP/NIED, 2000.
19. CULTURA DE MASSAS NO SÉCULO XX; V. 1; NEUROSE!
Título original: L’espirit du Temps.
Morin, Edgar. Cultura de massas no século XX: neurose; tradução de Maura Ribeiro Sandinha. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 1997.
20. A SOCIEDADE EM REDE
Título original: The rise of the network society
Castells, Manuel, 1942-. A sociedade em rede; (A era da informação: economia, sociedade e cultura, v.1); tradução de Roneide Venâncio Majer. São Paulo, Paz e Terra, 1999.
21. O PODER DA IDENTIDADE
Título original: The power of identify, 1996
Castells, Manuel, 1942. O poder da identidade; (A era da informação: economia, sociedade e cultura, v.2); tradução de Klaus Brandini Gerhardt. São Paulo, Paz e Terra, 1999.
22. ANTONIN ARTAUD
Lins, Daniel. Antonin Artaud: o artesão do corpo sem órgãos. Rio de Janeiro: relume Dumará, 1999. (Conexões: 2).
23. O PRÍNCIPE
Título original: Il Príncipe, 1513.
Machiavelli, Nicoló, 1469-1527. O Príncipe; tradução Maria Júlia Goldwasser. São Paulo: Martins fontes, 1993. (Coleção Clássicos).
24. O QUE É SEMIÓTICA
Santaella, Lúcia. O que é semiótica. São Paulo: Brasiliense, 1983. (Coleção Primeiros Passos: 103).
25. O QUE É CIBERNÉTICA
Bennaton, Jocelyn. O que é cibernética. São Paulo: Brasiliense, 1984. (Coleção Primeiros Passos: 129).
26. O QUE É REALIDADE
Júnior, João-Francisco Duarte. O que é realidade. São Paulo: Brasiliense, 1984. (Coleção Primeiros Passos: 115).
27. PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
Freire, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1986. (Coleção Leitura: 103).
28. BRASIL: LABORATORIO RACIAL
Maia, Newton Freire-. Brasil: laboratório racial. Petrópoles, RJ: Ed. Vozes, 1973. (Coleção Cosmovisão: 4).
29. O QUE É FOTOGRAFIA
Kubrusly, Cláudio A. O que é fotografia. São Paulo: Brasiliense, 1983. (Coleção Primeiros Passos: 82).
30. ALBERTO SANTOS DUMONT
Senna, Orlando. Alberto Santos Dumont. São Paulo: Brasiliense, 1984. (Coleção Encanto Radical: 52).
31. A INTERPRETAÇÃO DAS CULTURAS
Geertz, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
32. CONFISSÕES
Ribeiro, Darcy, 1922-1997. Confissões.São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
33. AS IDÉIAS DE MCLUHAN
Título original: Mcluhan, 1971.
Miller, Jonathan. As idéias de McLuhan; tradução de Octanny Silveira da Mota e Leônidas Hegenberg. São Paulo: Cultrix, Ed. da USP, 1973.
34. CIÊNCIA COM CONSCIÊNCIA
Título original: Science avec Conscience, 1982.
Morin, Edgar. Ciência com Consciência; tradução de Maria D. Alexandre e Maria Alice Sampaio Dória. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998.
35. PESQUISA EM CIÊNCIAS SOCIAIS
Gondim. Linda Maria de Pontes (org.). Pesquisa em Ciências Sociais: o projeto da dissertação de mestrado. Fortaleza, CE: Edições UFC, 1999.
36. ANTROPOLOGIA VISUAL: A FOTOGRAFIA COMO MÉTODO DE PESQUISA
Título original: Visual Anthropology, photograph as a research method, 1967.
Collier, Jonh. Antropologia Visual: a fotografia com método de pesquisa; tradução de Iara Ferraz e Solange Martins Couceiro. São Paulo, EPU, Ed. da USP, 1973.
37. HOMO SOCIOLOGICUS
Do original alemão: Homo Sociologicus: versuch zur geschichte, bedeutung und kritik der katergorie der zozialen rolle, 1967.
Dahrendorf, Ralf. Homosociologicus: ensaio sobre a história, o significado e a crítica da categoria de papel social; tradução de Manfredo Berger. Rio de Janeiro: edições Tempo Brasileiro, 1969.
38. O PONTO DE MUTAÇÃO
Título original: The turning point, 1982.
Capra, Fritjof. O Ponto de Mutação; tradução Álvaro Cabral. São Paulo, Cultrix, 1993.
39. MACHO E FÊMEA
Título original inglês: Male e Female,1946
Mead, Margaret. Macho e fêmea: Um estudo dos sexos num mundo em transformação; tradução de Margarida Maria Moura. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 1971.
40. O QUE É O VIRTUAL?
Título original francês: Qu’est-ce que lê virtuel?, 1995.
Lévy, Pierre. O que é o virtual?; tradução Paulo Neves. São Paulo: Ed. 34, 1996.
41. OS ESTÁGIOS DA EVOLUÇÃO HUMANA
Título original: The stages of human evolucion: human and culture origina, 1967.
Brace, C. Loring. Os estágios da evolução humana. Rio de Janeiro: Zahar editores, 1979
42. O QUE É INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Teixeira, Joçao de Fernandes. O que pe inteligência artificial. São Paulo: Brasiliense, 1990. (Coleção Primeiros Passos, 230).
43. HOMO LUDENS
Título original alemão: Homo Ludens: vom unprung der kultur im spiel
Huizinga, Johan. Homo Ludens: o jogo como elemento da cultura; tradução João Paulo Monteiro; revisão Mary Amazonas Leite de Barro. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1997.
44. BRUXARIA, ORÁCULOS E MAGIA ENTRE OS AZANDE.
Título original: Witchcraft. Oracles and magic among the Azande, 1951.
Printchard, E.E. Evans-. Brauxaria, oráculos magia entre os Azande; tradução Eduardo Batalha Viveiros de Castro. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1978.
45. O MÉTODO CIENTÍFICO
Galliano, A. Guilherme (org.). O método científico: teoria e prática. São Paulo: Ed. Harbra, 1986.
46. FUNDAMENTOS DA METODOLOGIA CIENTÍFICA
Lakatos, Eva Maria. Fundamentos da metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1991.
Aqui vai uma parte de minha bibliografia.
É boa ou não é?!!
AUTORES E SUAS OBRAS
01. A SOCIEDADE EM REDE
Traduzido do original: The rise of the network society
Castells, Manuel, 1942 –.A sociedade em rede / Manuel Castells/ tradução; Roneide Venâncio Majer. (A era da informação: economia, sociedade e cultura, v. Um). São Paulo: Paz e Terra, 1999.
02. COMUNICAÇÃO NA ERA ESPACIAL
Original da UNESCO, 1968.
Conferências promovidas pela UNESCO / O papel dos satélites artificiais na comunicação. Fundação Getulio Vargas, 1969.
03. OS MEIOS DE COMUNICAÇÃO COMO EXTENSÃO DO HOMEM
Título original: UNDERSTANDING MIDIA: The Extensions of Man.
Copyright 1964 by
McLuhan, Marshall. Os meios de comunicação como extensão do homem; Traduzido por Décio Pignatari. 20a. Ed. Editora Cultrix,1995.
04. A GALÁXIA DE GUTEMBERG
Macluhan, Marshall, 1911 –. A galáxia de Gutemberg; a formação do homem tipográfico; tradução Leônidas Gontijo de Carvalho e Anísio Teixeira. São Paulo, ed. Nacional, Editora da USP, 1972.
05. AS SITUAÇÕES DAS CIÊNCIAS DO HOMEM NO SISTEMA DAS CIÊNCIAS
Título original: Tendances principales de la recherche dans les sciences sociales et et humaines, part 1: sciences sciales – la sitution des sciences de l’homme dans le sisteme des science. 1970.
Piaget, Jean. A situação das ciências do homem no sistema das ciências; volume 1; tradução de Isabel Cardigos dos Reis. Lisboa, Livraria Bertand, 1970
06. A TEIA DA VIDA
Título original: the web of life: a new scientific understanding of living systems,1996
Capra, Fritjof. A teia da vida: uma nova compreensão dos sistemas vivos; tradução de Newton Roberval Eichemberg. São Paulo, Ed. Cultrix, 1999.
07. CAOSMOSE
Guattari, Félix, 1930-1992. Caosmose: um novo paradigma estético; tradução de Ana Lúcia de Oliveira e Lúcia Cláudia Leão. São Paulo, Ed. 34, 1992 (Coleção TRANS).
08. JESUS VIVEU NA ÍNDIA
Título original: Jesus lived in India, 1983
Kersten, Holger. Jesus viveu na Índia: a desconhecida história de Jesus antes e depois da crucificação; tradução de Cecília Casas. São Paulo, Best Seller, 1988.
09. A VIDA DIGITAL
Título original: Being digital
Negroponte, Nicholas. A vida digital; tradução Ségio Tellaroli; supervisão técnica Ricardo Rangel. São Paulo, Companhia das Letras, 1995.
10. O PODEROSO MICRO
Título original: The Mighty Micro, 1979
Evans, Christopher. O poderoso micro: a revolução do computador; tradução de Raul de Sá Barbosa; revisão técnica de Thomaz Edison Goulart do Amarante. Rio de Janeiro, Ed. FORENSE-UNIVERSITÁRIA, 1983.
11. A ESTRADA DO FUTURO
Título original: The road ahead, 1995.
Gates, Bill. A Estrada do futuro; tradução de Beth Vieira... et al.; supervisão técnica de Ricardo Rangel. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
12. O JOGO DO BICHO
Soares, Simone Simões Ferreira. O jogo do bicho: a saga de um fato brasileiro. Rio de Janeiro: Ed. Bertrand Brasil, 1993.
13. O POVO BRASILEIRO
Ribeiro, Darcy, 1922-1997. O povo brasileiro: evolução e sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
14. CIBERNÉTICA E FILOSOFIA
Título original alemão: Kybernetik und Philosophie, da Duncker & Humblot, Berlim, 1966.
Frank, Helmar G. Cibernética e filosofia; tradução de Celeste Aída Galeão. Rio de Janeiro, Ed. Tempo Brasileiro, 1970.
15. CIBERNÉTICA ( OU CONTROLE E COMUNICAÇÃO NO ANIMAL E NA MÁQUINA )
Título original: Cybernetics.
Wiener, Norbert, 1894-1963. Cibernética; ou, Controle e comunicação no animal e na máquina; traduzido por Gita K. Ghinzberg. São Paulo, Polígono e USP, 1970.
16. A MODERNIDADE E OS MODERNOS
Originais alemães: Argument, n° 46, Argument – verlag, 1967 e Scriften, 1955.
Benjamin, Walter. A modernidade e os modernos; traduzido por Heindrun Krieger Mendes da Silva, Arlete de Brito e Tânia Jatobá. Rio de Janeiro, Edições Tempo Brasileiro, 1975.
17. O MUNDO ASSOMBRADO PELOS DEMÔNIOS
Título original: the demon-haunted world, 1995
Sagan, Carl, 1934-1997. O mundo assombrado pelos demônios: a ciência vista como uma vela no escuro; tradução Rosaura Eichemberg. São Paulo, Companhia das Letras, 1996.
18. O COMPUTADOR EM SALA DE AULA: ARTICULANDO SABERES
Freire, Fernanda Maria Pereira. O computador em sala de aula: articulando saberes. Campinas, SP, UNICAMP/NIED, 2000.
19. CULTURA DE MASSAS NO SÉCULO XX; V. 1; NEUROSE!
Título original: L’espirit du Temps.
Morin, Edgar. Cultura de massas no século XX: neurose; tradução de Maura Ribeiro Sandinha. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 1997.
20. A SOCIEDADE EM REDE
Título original: The rise of the network society
Castells, Manuel, 1942-. A sociedade em rede; (A era da informação: economia, sociedade e cultura, v.1); tradução de Roneide Venâncio Majer. São Paulo, Paz e Terra, 1999.
21. O PODER DA IDENTIDADE
Título original: The power of identify, 1996
Castells, Manuel, 1942. O poder da identidade; (A era da informação: economia, sociedade e cultura, v.2); tradução de Klaus Brandini Gerhardt. São Paulo, Paz e Terra, 1999.
22. ANTONIN ARTAUD
Lins, Daniel. Antonin Artaud: o artesão do corpo sem órgãos. Rio de Janeiro: relume Dumará, 1999. (Conexões: 2).
23. O PRÍNCIPE
Título original: Il Príncipe, 1513.
Machiavelli, Nicoló, 1469-1527. O Príncipe; tradução Maria Júlia Goldwasser. São Paulo: Martins fontes, 1993. (Coleção Clássicos).
24. O QUE É SEMIÓTICA
Santaella, Lúcia. O que é semiótica. São Paulo: Brasiliense, 1983. (Coleção Primeiros Passos: 103).
25. O QUE É CIBERNÉTICA
Bennaton, Jocelyn. O que é cibernética. São Paulo: Brasiliense, 1984. (Coleção Primeiros Passos: 129).
26. O QUE É REALIDADE
Júnior, João-Francisco Duarte. O que é realidade. São Paulo: Brasiliense, 1984. (Coleção Primeiros Passos: 115).
27. PEDAGOGIA DA AUTONOMIA
Freire, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1986. (Coleção Leitura: 103).
28. BRASIL: LABORATORIO RACIAL
Maia, Newton Freire-. Brasil: laboratório racial. Petrópoles, RJ: Ed. Vozes, 1973. (Coleção Cosmovisão: 4).
29. O QUE É FOTOGRAFIA
Kubrusly, Cláudio A. O que é fotografia. São Paulo: Brasiliense, 1983. (Coleção Primeiros Passos: 82).
30. ALBERTO SANTOS DUMONT
Senna, Orlando. Alberto Santos Dumont. São Paulo: Brasiliense, 1984. (Coleção Encanto Radical: 52).
31. A INTERPRETAÇÃO DAS CULTURAS
Geertz, Clifford. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1989.
32. CONFISSÕES
Ribeiro, Darcy, 1922-1997. Confissões.São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
33. AS IDÉIAS DE MCLUHAN
Título original: Mcluhan, 1971.
Miller, Jonathan. As idéias de McLuhan; tradução de Octanny Silveira da Mota e Leônidas Hegenberg. São Paulo: Cultrix, Ed. da USP, 1973.
34. CIÊNCIA COM CONSCIÊNCIA
Título original: Science avec Conscience, 1982.
Morin, Edgar. Ciência com Consciência; tradução de Maria D. Alexandre e Maria Alice Sampaio Dória. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1998.
35. PESQUISA EM CIÊNCIAS SOCIAIS
Gondim. Linda Maria de Pontes (org.). Pesquisa em Ciências Sociais: o projeto da dissertação de mestrado. Fortaleza, CE: Edições UFC, 1999.
36. ANTROPOLOGIA VISUAL: A FOTOGRAFIA COMO MÉTODO DE PESQUISA
Título original: Visual Anthropology, photograph as a research method, 1967.
Collier, Jonh. Antropologia Visual: a fotografia com método de pesquisa; tradução de Iara Ferraz e Solange Martins Couceiro. São Paulo, EPU, Ed. da USP, 1973.
37. HOMO SOCIOLOGICUS
Do original alemão: Homo Sociologicus: versuch zur geschichte, bedeutung und kritik der katergorie der zozialen rolle, 1967.
Dahrendorf, Ralf. Homosociologicus: ensaio sobre a história, o significado e a crítica da categoria de papel social; tradução de Manfredo Berger. Rio de Janeiro: edições Tempo Brasileiro, 1969.
38. O PONTO DE MUTAÇÃO
Título original: The turning point, 1982.
Capra, Fritjof. O Ponto de Mutação; tradução Álvaro Cabral. São Paulo, Cultrix, 1993.
39. MACHO E FÊMEA
Título original inglês: Male e Female,1946
Mead, Margaret. Macho e fêmea: Um estudo dos sexos num mundo em transformação; tradução de Margarida Maria Moura. Petrópolis, RJ: Editora Vozes, 1971.
40. O QUE É O VIRTUAL?
Título original francês: Qu’est-ce que lê virtuel?, 1995.
Lévy, Pierre. O que é o virtual?; tradução Paulo Neves. São Paulo: Ed. 34, 1996.
41. OS ESTÁGIOS DA EVOLUÇÃO HUMANA
Título original: The stages of human evolucion: human and culture origina, 1967.
Brace, C. Loring. Os estágios da evolução humana. Rio de Janeiro: Zahar editores, 1979
42. O QUE É INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
Teixeira, Joçao de Fernandes. O que pe inteligência artificial. São Paulo: Brasiliense, 1990. (Coleção Primeiros Passos, 230).
43. HOMO LUDENS
Título original alemão: Homo Ludens: vom unprung der kultur im spiel
Huizinga, Johan. Homo Ludens: o jogo como elemento da cultura; tradução João Paulo Monteiro; revisão Mary Amazonas Leite de Barro. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1997.
44. BRUXARIA, ORÁCULOS E MAGIA ENTRE OS AZANDE.
Título original: Witchcraft. Oracles and magic among the Azande, 1951.
Printchard, E.E. Evans-. Brauxaria, oráculos magia entre os Azande; tradução Eduardo Batalha Viveiros de Castro. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1978.
45. O MÉTODO CIENTÍFICO
Galliano, A. Guilherme (org.). O método científico: teoria e prática. São Paulo: Ed. Harbra, 1986.
46. FUNDAMENTOS DA METODOLOGIA CIENTÍFICA
Lakatos, Eva Maria. Fundamentos da metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1991.
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