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13.4.09
CÓDIGO DE ÉTICA DO ANTROPÓLOGO

Constituem direitos dos antropólogos, enquanto pesquisadores:
1. Direito ao pleno exercício da pesquisa, livre de qualquer tipo de censura no que diga respeito ao tema, à metodologia e ao objeto da investigação.
2. Direito de acesso às populações e às fontes com as quais o pesquisador precisa trabalhar.
3. Direito de preservar informações confidenciais.
4. Reconhecimento do direito de autoria, mesmo quando o trabalho constitua encomenda de orgãos públicos ou privados e proteção contra a utilização sem a necessária citação.
5. O direito de autoria implica o direito de publicação e divulgação do resultado de seu trabalho.
6. Os direitos dos antropólogos devem estar subordinados aos direitos das populações que são objeto de pesquisa e têm como contrapartida as reponsabilidades inerentes ao exercício da atividade científica.
Constituem direitos das populações que são objeto de pesquisa a serem respeitados pelos antropólogos:
1. Direito de ser informadas sobre a natureza da pesquisa.
2. Direito de recusar-se a participar de uma pesquisa.
3. Direito de preservação de sua intimidade, de acordo com seus padrões culturais.
4. Garantia de que a colaboração prestada à investigação não seja utilizada com o intuito de prejudicar o grupo investigado.
5. Direito de acesso aos resultados da investigação.
6. Direito de autoria das populações sobre sua própria produção cultural.
Constituem responsabilidades dos antropólogos:
1. Oferecer informações objetivas sobre suas qualificações profissionais e a de seus colegas sempre que for necessário para o trabalho a ser executado.
2. Na elaboração do trabalho, não omitir informações relevantes, a não ser nos casos previstos anteriormente.
3. Realizar o trabalho dentro dos cânones de objetividade e rigor inerentes à prática científica.

Constituem direitos dos antropólogos, enquanto pesquisadores:
1. Direito ao pleno exercício da pesquisa, livre de qualquer tipo de censura no que diga respeito ao tema, à metodologia e ao objeto da investigação.
2. Direito de acesso às populações e às fontes com as quais o pesquisador precisa trabalhar.
3. Direito de preservar informações confidenciais.
4. Reconhecimento do direito de autoria, mesmo quando o trabalho constitua encomenda de orgãos públicos ou privados e proteção contra a utilização sem a necessária citação.
5. O direito de autoria implica o direito de publicação e divulgação do resultado de seu trabalho.
6. Os direitos dos antropólogos devem estar subordinados aos direitos das populações que são objeto de pesquisa e têm como contrapartida as reponsabilidades inerentes ao exercício da atividade científica.
Constituem direitos das populações que são objeto de pesquisa a serem respeitados pelos antropólogos:
1. Direito de ser informadas sobre a natureza da pesquisa.
2. Direito de recusar-se a participar de uma pesquisa.
3. Direito de preservação de sua intimidade, de acordo com seus padrões culturais.
4. Garantia de que a colaboração prestada à investigação não seja utilizada com o intuito de prejudicar o grupo investigado.
5. Direito de acesso aos resultados da investigação.
6. Direito de autoria das populações sobre sua própria produção cultural.
Constituem responsabilidades dos antropólogos:
1. Oferecer informações objetivas sobre suas qualificações profissionais e a de seus colegas sempre que for necessário para o trabalho a ser executado.
2. Na elaboração do trabalho, não omitir informações relevantes, a não ser nos casos previstos anteriormente.
3. Realizar o trabalho dentro dos cânones de objetividade e rigor inerentes à prática científica.
5.4.09
Candomblé com Sotaque francês

Entrevista de Pierre Verger por Maria José Quadros publicada no jornal O Globo 16/08/1992
Às vésperas de completar 90 anos, o etnólogo francês Pierre Verger, radicado na Bahia há quase meio século, se prepara para dar mais uma importante contribuição ao estudo da cultura afro-brasileira. Com a ajuda de uma especialista em botânica, ele prepara seu vigésimo livro, um trabalho inédito sobre as plantas medicinais usadas na costa do Benin, na África, e na Bahia, que deverá ser publicado também na Inglaterra e França.
Continue lendo:
Fundação Pierre Verger
Conheça o homem:
Biografias UOL
Entrevista de Pierre Verger por Maria José Quadros publicada no jornal O Globo 16/08/1992
Às vésperas de completar 90 anos, o etnólogo francês Pierre Verger, radicado na Bahia há quase meio século, se prepara para dar mais uma importante contribuição ao estudo da cultura afro-brasileira. Com a ajuda de uma especialista em botânica, ele prepara seu vigésimo livro, um trabalho inédito sobre as plantas medicinais usadas na costa do Benin, na África, e na Bahia, que deverá ser publicado também na Inglaterra e França.
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Fundação Pierre Verger
Conheça o homem:
Biografias UOL
Marcadores:
antropologia,
candomblé,
fotografia,
pierre verger
Para os que tenham sido roubados

BOLETIM DE OCORRÊNCIA ONLINE (B.O. Online)
Fonte:
Governo do Estado do Ceará
Saiba mais:
Delegacias Distritais de Fortaleza
BOLETIM DE OCORRÊNCIA ONLINE (B.O. Online)
Fonte:
Governo do Estado do Ceará
Saiba mais:
Delegacias Distritais de Fortaleza
1.4.09
Academia Brasileira de Letras vai virar um partido político

Mentira! Hoje é dia!
Dizem que essa história começou em 1564:
"...Antes de Carlos IX determinar que o dia primeiro de Janeiro fosse o começo do ano, este tinha início no dia primeiro de abril, o que resultou ficar conhecido como Dia da Mentira, por força das brincadeiras feitas com a intenção de provocar hilaridade. Surgiram, então, as brincadeiras (que os franceses denominavam de plaisanteries) em todo o mundo..."
Continue lendo:
Souto Maior
Mentira! Hoje é dia!
Dizem que essa história começou em 1564:
"...Antes de Carlos IX determinar que o dia primeiro de Janeiro fosse o começo do ano, este tinha início no dia primeiro de abril, o que resultou ficar conhecido como Dia da Mentira, por força das brincadeiras feitas com a intenção de provocar hilaridade. Surgiram, então, as brincadeiras (que os franceses denominavam de plaisanteries) em todo o mundo..."
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Souto Maior
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