15.5.06

Missão Impossível III

Mega produção estonteante. Muito som, muita vibração, muitas cenas de impacto e sequências impressionantes. Não dá pra reclamar nem apontar grandes erros na montagem, na direção, na trilha sonora, nos efeitos visuais, na fotografia... Pode-se questionar um pouco os argumentos que achei muito 'lugar comum' dos filmes de ação, mas o próprio roteiro é muito bem estruturado e equilibrado. O filme conta uma tramóia mirabolante que é até difícil de resumir, por isso não vou nem tentar. Para detalhes acesse os links.

Saiba mais:
"M-I-3" falha ao deixar de construir sua própria mitologia
Site Oficial
Adoro Cinema

11.5.06

Koyaanisqatsi

Koyaanisqatsi chocou todo mundo quando foi lançado em 1983, por ser um filme sem diálogos. O documentário dirigido por Godfrey Reggio e com a produção de Francis Ford Coppola, mostra o contraste entre a beleza da natureza com o frenesi da atual sociedade urbana, tudo em imagens velozes, que não deixam o espectador respirar. A trilha sonora de Philip Glass é um charme extra nesse que é considerado pelos críticos uma das maiores obras-primas da sétima arte.

O documentário de Reggio pode ser chamado de fotografias em movimento, com ritmos de exibição alternados, as vezes rápidos, as vezes lentos. O objetivo é deixar o espectador hipinotizado com as imagens exibidas em Koyaanisqatsi, em muitos casos bastantes comuns no cotidiano. O longa tem ainda mostra o verdadeiro caminho que a nossa sociedade está tomando: Degradação, usinas nucleares, stress no cotidiano e a formações de opiniões emitidas pelos canais de TV em geral.

O filme faz parte de uma trilogia, chamada de “Qatsi”. Os outros documentários, que não são tão populares no Brasil,são Powaqaatsi (inspirado no extinto garimpo da Serra Pelada) e Noqovqatsi. Com certeza Koyaanisqatsi é um grande filme, mas se você não é muito fã do estilo “2001 Uma Odisséia no Espaço” passe longe, pois com certeza esse documentário poderá te dar muito sono.

Saiba mais:
Spitito of Baraka
Baraka

Um dos mais belos filmes realizados.
Baraka é um documentário sobre o homem e a natureza, suas belezas, contrastes, semelhanças e destruição. Ele revela o quanto a humanidade está interligada, apesar das diferenças de religião, cultura e língua dos povos.
Um verdadeiro poema visual, as imagens incluem um vasto registro de rituais religiosos, maravilhas naturais, processos de mecanização e diversos estilos de vida. O contraste e as metáforas visuais criadas pelo diretor norte-americano Ron Fricke provocam reflexão, relaxam e inquietam. As músicas envolventes e os efeitos sonoros contribuem para que Baraka seja uma experiência marcante.
Um documentário sem narração ou legenda, somente imagens e sons cuidadosamente capturados. Baraka mostra de que forma a raça humana e seus diferentes ciclos de vida estão vinculados ao ritmo da natureza, e faz uma surpreendente análise do mundo e de quem vive nele.
Baraka é um filme sobre a vida, um registro da humanidade.


Saiba mais:
No cosmonauta
No UOL
Sessão da meia noite
Spirito of Baraka
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8.5.06

Na inteligência coletiva..

"A psicologia não é mais uma política, mas uma economia de afetos, uma gestão das energias, da libido"
Pierre Lévy

4.5.06

O Conceito de Cidade

A cidade não é apenas um espaço de lugares, é também um espaço de fluxos.
Na cidade os lugares são definidos por processos de produção, transformação e uso – de matérias e significados. É para lá que se dirigem as mercadorias e é de lá que elas vão para todos os lugares.
É na cidade onde se concentram as possibilidades culturais, a variedade de serviços e empregos, os poderes de decisão e controle (políticos, econômicos, religiosos, midiáticos, etc.).
É no urbano que o rural se atualiza. A cidade funciona como atrator de coisas e pessoas e sua importância é demarcada pela quantidade e qualidade de fluxos (materiais e imateriais) que a percorrem.
Ela atrai, acumula, planeja e redistribui recursos humanos e materiais.
É na cidade que a dominação social e a desorganização das massas é articulada pelas elites. Ela é o centro das atenções, das intenções, dos desejos, das esperanças e das frustrações; é espaço de tensão e de lazer; dos sentimentos contraditórios e, paradoxalmente, da desumanidade. Multidão e solidão são fenômenos do cotidiano da urbe.

Elaborei este texto para Sociologia Urbana com base em 3 textos: O que é Cidade?,O ABC do Desenvolvimento Urbano e A Sociedade em Rede.


2.5.06

Blogando da Biblioteca de Humanidades

Aqui so tem um computador e eh maior disputa, alem de ser todo desconfigurado. Maior mentira!