13.2.02

Espaço de fluxos


Como este espaço bloguístico, as coisas fluem...
No que por espaço uma pequena mudança deve ocorrer. De forma que espaço de fluxos não há espaço par alugares, não existem cantos, mas nós e fluidos. Os velhos conceitos de horizontalidade e verticalidade perdem aqui seus parâmetros para dquirir conceitos de densidade, profundidade, freqüência e direcionalidade.
A velha máxima ”Potencia sem controle não é nada”, utilizada em mídia por propaganda de pneus, é bem mais atual do que se pensa, chega a ser futurista em certo sentido.
A teoria do controle em cibernética nos dá sem maiores complicações os objetivos práticos dos movimentos e a necessidade praticca da informação.
O espaço de fluxos trata exatamente de um lugar não espacial, localizado na interação da intensidade de informações e controle dos mecanismos, sejam biológicos ou mecânicos.
A complexidade caótica contemporânea são ainda direcionados cuidadosamente numa híper-complexificação heterogênea tornando o conceito estético pós-moderno a maior aproximação conceitual possível de representações da rede de espaços de fluxos. É no vazio de forma inexistentes que reside o espaço de fluxos, que existe objetivamente.
Estamos tão preparados para enfrentar a inundação de conceitos vindos através do radio e da televisão, quanto um nativ de uma tribo ágrafa esta para a escrita.
“...Nós nos transformamos naquilo que contemplamos...”
Novidade no AnthropologicuS

verifique

4.1.02



Fênix ressurge das cinzas


Um mito grego conta que a cada 576 anos uma ave chamada Fênix, representante de toda força vital do Universo, torna-se tão poderosa que seu corpo não conseguindo mais conter seu poder se autodestrói em chamas até as cinzas. Então das cinzas ressurge uma nova Fênix, muito mais fabulosa e completamente nova. Historicamente observa-se que mais ou menos neste mesmo intervalo de tempo a humanidade se depara com alguma descoberta ou acontecimento que faz rever todos os conceitos, comportamentos, crenças, enfim, analise profunda nas sociedades, deixando como resultado um aprimoramento que vai separar a historia em dois momentos: Como era antes e como vai ser a partir de agora.
Analisando os dados históricos dos últimos dois mil anos, observamos esse fenômeno. Por volta do ano zero verificamos declínio da cultura da cultura grega e a ascensão do cristianismo, cerca de 500 anos depois o estabelecimento do Império romano e a influencia do catolicismo. No ano mil vemos o queda do Império muçulmano (otomano) e em 1500 a descoberta do Novo Mundo, as Américas. O ano 2000 vem com a descoberta do espaço sideral como uma ambiente habitável ( No ano 2001 um atentado terrorista destrói o maior símbolo do poder do econômico). O que nos trata o ano 2500?
Ultrapassamos a velocidade do som, comunicamo-nos quase que telepaticamente a qualquer distancia, guardamos e ampliamos em qualquer som e/ou imagem.
Estamos acostumados a operar maquinas todos os dias, do amanhece ao dormir, sem percebermos transformaram-nos em cibórgues, em maquinas humanas, ou numa humanidade maquínica. A interface máquina é na vida do homem contemporâneo indispensável. Agora mesmo, não estaria escrevendo não fosse o meio elétrico gerado graças a interfaces exteriores ao meu lar, possível devido a inventividade humana.



alfarrabio

31.12.01

design?

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